Publicado em 28/05/2026
Foto: Val Fernandes/Secom
Por Ascom prefeitura
A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Educação, rebateu nesta quinta-feira (28), as denúncias sobre suposta falta de merenda escolar em unidades da rede municipal de ensino.
O posicionamento foi feito pelo diretor de Gestão da pasta, Adauto Gois, que classificou as informações como improcedentes e afirmou que as 84 escolas municipais recebem regularmente os gêneros alimentícios necessários para atender os estudantes.
De acordo com o diretor, a educação municipal mantém uma estrutura permanente de abastecimento, responsável pela distribuição de produtos perecíveis e não perecíveis às unidades escolares. Segundo ele, a rede municipal garante quatro refeições diárias aos alunos.
“Refutamos veementemente a afirmação de que falta merenda nas escolas municipais. Trabalhamos diariamente para assegurar que todas as 84 unidades estejam abastecidas. As crianças recebem café da manhã, lanche, almoço e outra refeição ao longo do período escolar”, afirmou Adauto Gois.
A manifestação da Prefeitura ocorre após denúncias apresentadas por uma diretora escolar e um vereador repercutidas na manhã desta quinta-feira (28). Embora tenha ressaltado o respeito à atuação da gestora, Adauto contestou o teor das informações levadas ao debate público.
“O que não podemos aceitar é a narrativa de que diretores ou professores precisam tirar dinheiro do próprio bolso para comprar alimentos para os estudantes. Isso não corresponde à realidade da rede municipal”, declarou.
Segundo o Adauto, os produtos não perecíveis são distribuídos diretamente pela Secretaria Municipal de Educação. Já carnes, frangos, ovos, leite e derivados são entregues nas escolas pelas empresas contratadas. Ele reconheceu que podem ocorrer atrasos pontuais na logística, mas afirmou que essas situações são excepcionais e não comprometem o fornecimento da alimentação escolar.
Gois também explicou que as escolas contam com recursos próprios, oriundos de repasses municipais e federais, destinados a pequenas despesas e aquisições emergenciais, quando necessário.
A Prefeitura informou ainda que, somente em 2026, foram investidos mais de R$ 4,9 milhões na aquisição de alimentos para a rede municipal de ensino. Entre os itens destacados estão carne bovina, carne suína, peixe, frango e ovos.

Os valores apresentados pela Educação Municipal incluem R$ 1,161 milhão para carne bovina, R$ 65 mil para carne suína, R$ 209 mil para peixe, R$ 2,139 milhões para frango e R$ 1,404 milhão para ovos.
Para Gois, os investimentos demonstram o compromisso da gestão municipal com a alimentação escolar, a qualidade da educação e o bem-estar dos estudantes.
“O prefeito Alysson Bestene tem acompanhado de perto todas as ações da educação. Esses investimentos refletem o compromisso da gestão com nossas crianças, nossos professores e toda a comunidade escolar”, afirmou.
Durante a entrevista, o diretor também destacou outras ações desenvolvidas pela administração municipal na área da educação, entre elas o intercâmbio internacional Disney/NASA, apontado pela gestão como uma das iniciativas de maior repercussão da rede municipal.
Segundo Adauto, o programa reforça a política de valorização dos estudantes e amplia as oportunidades oferecidas aos alunos da rede pública municipal.
“Estamos investindo na alimentação, na estrutura das escolas, na valorização dos profissionais e também em oportunidades inéditas para nossos alunos. O intercâmbio internacional mostrou que a educação municipal está avançando e colhendo resultados importantes”, declarou.

Ao final, o diretor de Gestão da Educação de Rio Branco afirmou que a Secretaria permanece aberta ao diálogo, à fiscalização e ao acompanhamento da sociedade, de parlamentares e da comunidade escolar.
“Nossas portas estão abertas para qualquer cidadão, parlamentar ou representante da comunidade que queira conhecer de perto o trabalho realizado. Há desafios, como em qualquer administração pública, mas afirmar que nossas escolas são mantidas com recursos pessoais de professores ou diretores não corresponde à realidade dos fatos”, concluiu.

