Publicado em 01/06/2026
Foto: Reprodução
Por Redação
O pré-candidato ao governo do Acre, Tião Bocalom, cumpre uma extensa agenda política e institucional no município de Sena Madureira nesta segunda-feira (1º). A passagem pela cidade dá continuidade ao seu cronograma de viagens pelo interior do estado, focado no diálogo com as bases eleitorais, empresários e lideranças comunitárias da região do Vale do Iaco.
O eixo central das reuniões é o detalhamento de sua principal plataforma programática, intitulada “Produzir para Empregar”. A proposta defende uma guinada na matriz econômica acreana, com foco na atração de investimentos privados, desburocratização de negócios e forte incentivo ao desenvolvimento tecnológico e à mecanização da produção rural.
Diálogo com lideranças e rodada de entrevistas
Além das reuniões com o setor produtivo local, o pré-candidato cumpre agenda em emissoras de rádio e veículos de comunicação de Sena Madureira. Nas entrevistas, Bocalom vem pautando o debate público em torno da urgência na geração de postos de trabalho formais e na descentralização dos investimentos estaduais.
Durante os encontros com a população, o político buscou chancelar suas propostas resgatando o histórico de suas gestões anteriores, tanto no interior quanto na capital do estado.
“Os resultados alcançados ao longo da nossa trajetória demonstram a importância crucial do planejamento estratégico e da eficiência fiscal na aplicação de cada centavo dos recursos públicos”, defendeu o pré-candidato.
Foco em infraestrutura e modernização tecnológica
Bocalom também aproveitou a oportunidade para elencar as obras de infraestrutura urbana de maior impacto social executadas sob sua liderança. Ele ressaltou que a modernização da máquina pública e a implantação de ferramentas tecnológicas são caminhos fundamentais para otimizar os serviços essenciais à população, como saúde, educação e mobilidade.
A comitiva do pré-candidato permanece em Sena Madureira até esta terça-feira (2). O cronograma para o segundo dia prevê novas rodadas de conversas com representantes de cooperativas agrícolas, visitas a bairros da periferia e encontros com lideranças religiosas da região.

