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Quem são os brasileiros entre as 100 pessoas mais influentes do mundo

Publicado em 15/04/2026

Foto: Internet

Caroline Ferreira, da CNN Brasil

A tradicional lista foi divulgada pela revista Time nesta quarta-feira (15), a revistaTime divulgou, nesta quarta-feira (15), o tradicional ranking das 100 pessoas mais influentes do mundo. Neste ano, três brasileiros integram a renomada lista: o ator Wagner Moura, além dos pesquisadores Luciano Moreira e Mariângela Hungria.

De acordo com o veículo, o reconhecimento de Moura vem na esteira do sucesso de “O Agente Secreto”, ambientado no Brasil, durante o período da ditadura militar. “A obra tem repercutido com o público no mundo todo, especialmente nos Estados Unidos”, afirmou.

“Há algo nele que remete à velha Hollywood, o que faz parecer uma raridade entre a maioria dos atores contemporâneos. Seu charme discreto e seu senso de humor travesso equilibram qualquer tendencia à seriedade excessiva – e é fácil imaginá-lo com um robe elegante dos anos 1930, fumando sem fumar”, diz a legenda da publicação no Instagram.

A Time ainda o chamou de “antídoto analógico” considerando o tempo hiper conectado. “Em um mundo cada vez mais digital, ele é o antídoto analógico que a gente nem sabia que precisava”.

Já a pesquisadora Mariângela Hungria, aparece entre os “Pioneiros” pelo trabalho considerado referência internacional na área de microbiologia do solo.

Agrônoma e microbiologista, ela atua há décadas no desenvolvimento de soluções biológicas para a agricultura. Hoje, a pesquisadora integra a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) e é reconhecida por estudos voltados ao uso de microrganismos capazes de substituir, parcial ou totalmente, fertilizantes sintéticos.

Enquanto isso, Luciano Moreira está na seção de “Inovadores”, justamente por liderar uma iniciativa que pretende eliminar doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, como é o caso da dengue, zika e chikunguya.

O pesquisador descobriu uma versão do mosquito a partir de uma bactéria reconhecida como Wolbachia. A partir disso, o vírus não consegue se proliferar no mosquito, fazendo com que ele seja quase inofensivo para os humanos.

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