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Força-tarefa: “Ação RG Cidadão” em Jordão e Santa Rosa do Purus

Publicado em 04/05/2026

Foto: Italo Souza

Por Redação

Jordão/Santa Rosa do Purus, AC – O Governo do Estado do Acre inicia nesta segunda-feira (4), uma grande operação integrada de cidadania e segurança nos municípios de Jordão e Santa Rosa do Purus. A força-tarefa, denominada “Ação RG Cidadão”, tem como objetivo levar serviços públicos essenciais e políticas de prevenção a regiões isoladas, reforçando o compromisso da gestão estadual com as populações mais distantes. A operação integrada visa descentralizar serviços essenciais e fortalecer a presença do Estado em regiões de difícil acesso ao longo dos próximos 15 dias.

A logística da operação é coordenada pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e conta com o suporte aéreo do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), que realizou o transporte das equipes de servidores no último domingo (3). A iniciativa reúne um conjunto de instituições, incluindo a Polícia Civil, o programa “Acre Pela Vida” e a Diretoria de Políticas Públicas de Segurança, Justiça e Integração Social (DIRPSJ).

Ao longo de duas semanas, o cronograma prevê uma série de atividades estratégicas:

Emissão de documentos: A Polícia Civil coordena a meta de emitir até 2 mil Carteiras de Identidade Nacional (CIN), além de prestar suporte documental aos cidadãos.

Educação e prevenção: A DIRPSJ conduzirá palestras em escolas e turmas da Educação de Jovens e Adultos (EJA), abordando temas como direitos humanos, combate à violência doméstica e prevenção a crimes transfronteiriços.

Ação social: O programa “Acre Pela Vida” atuará na mobilização comunitária com foco em crianças e jovens, promovendo atividades esportivas, educativas e o fortalecimento de vínculos sociais.

Além dos atendimentos diretos, a operação inclui uma etapa de escuta e diagnóstico. Equipes realizarão visitas a comunidades indígenas e rurais, além de reuniões com gestores e lideranças locais. O levantamento de dados territoriais coletado durante esses 15 dias servirá de subsídio para que o governo possa planejar novas políticas públicas de segurança e cidadania, ajustadas à realidade específica de cada região.

A expectativa é que, ao final do ciclo de atendimento, o Estado tenha não apenas ampliado o acesso à documentação, mas também fortalecido a rede de proteção social nessas localidades estratégicas da fronteira acreana.

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