Publicado em 03/05/2026
O governo do Estado do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública(Sejusp), inicia nesta segunda-feira, 4, uma grande ação integrada de cidadania e segurança nos municípios de Jordão e Santa Rosa do Purus. O deslocamento das equipes começou na manhã deste domingo, 3, com apoio aéreo do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), responsável por todo o transporte dos servidores envolvidos na missão.

A operação, denominada Ação RG Cidadão, reúne a Polícia Civil do Estado do Acre, o programa Acre Pela Vida e a Diretoria de Políticas Públicas de Segurança, Justiça e Integração Social (DIRPSJ). Ao longo de 15 dias, as equipes atuarão de forma integrada para ampliar o acesso a serviços essenciais e fortalecer a presença do Estado em áreas de difícil acesso.

De acordo com o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, José Américo Gaia, a iniciativa reforça o compromisso do governo com a população das regiões mais distantes. “A proposta é levar o Estado aonde ele é mais necessário, garantindo acesso a direitos básicos, como a documentação civil, e fortalecendo ações de prevenção e cidadania. Essa integração entre as instituições permite um atendimento mais completo e aproxima ainda mais o poder público das comunidades”, afirmou.

Entre as principais ações previstas está a emissão de até 2 mil Carteiras de Identidade Nacional (CIN), coordenada pela Polícia Civil, que também realizará atendimentos técnicos e apoio documental à população local. Paralelamente, a DIRPSJ desenvolverá atividades voltadas à prevenção social, com palestras em escolas e turmas da Educação de Jovens e Adultos (EJA), abordando temas como violência doméstica, direitos humanos e crimes transfronteiriços.

O programa Acre Pela Vida atuará na mobilização comunitária e no fortalecimento de vínculos sociais, promovendo atividades educativas, esportivas e ações de integração voltadas principalmente para crianças, adolescentes e jovens. Já o Ciopaer garante a logística da operação, assegurando o deslocamento das equipes entre localidades de difícil acesso e contribuindo para a execução segura das atividades.

A ação também contempla visitas a comunidades indígenas e rurais, reuniões com gestores municipais e lideranças locais, além da aplicação de diagnósticos territoriais que irão subsidiar futuras políticas públicas de segurança e cidadania. A expectativa é de que, ao final da operação, haja não apenas a ampliação do acesso à documentação, mas também o fortalecimento da rede de proteção social, o aumento da sensação de segurança e a produção de dados estratégicos para o planejamento de novas ações governamentais.
[Agência de Notícias do Acre]

