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quinta-feira, 21 de maio de 2026
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Acre registra alta nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave, alerta Fiocruz

Publicado em 21/05/2026

Foto: Reprodução

Por Redação

O estado do Acre entrou em sinal de alerta devido ao avanço das doenças respiratórias. Segundo o novo boletim InfoGripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) nesta quinta-feira (21), o estado está entre as 18 unidades da federação que registram tendência de alta, a longo prazo, nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). O cenário local acompanha o avanço das internações por vírus respiratórios que atinge todo o país.

A preocupação das autoridades de saúde se concentra, principalmente, nos extremos da idade: crianças pequenas e idosos, que são os grupos mais vulneráveis às complicações.

De acordo com a pesquisa da Fiocruz, os causadores do aumento da ocupação de leitos hospitalares variam conforme a faixa etária:

Em crianças: O principal responsável pelo aumento das internações infantis é o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), agente causador da bronquiolite.

Em adultos e idosos: A gripe influenza segue como a principal causa dos casos mais graves de problemas respiratórios.

A pesquisadora Tatiana Portella, do InfoGripe, faz um apelo para que a população não negligencie a imunização neste período de maior circulação viral.

Para frear o avanço dos casos, o sistema de saúde aposta na atualização da caderneta de vacinação da população.

Gripe (Influenza): A vacina está disponível gratuitamente nos postos de saúde para crianças de 6 meses a 5 anos, idosos, gestantes e profissionais de áreas prioritárias, como saúde e educação.

Covid-19: O Ministério da Saúde reforça a necessidade de manter as doses atualizadas, especialmente entre idosos, gestantes e imunossuprimidos.

Nova arma contra o VSR: A grande novidade do Programa Nacional de Imunizações (PNI) é a incorporação da vacina contra o VSR. O imunizante é indicado para grávidas a partir da 28ª semana de gestação. A estratégia visa transferir anticorpos da mãe para o feto, garantindo a proteção dos bebês logo nos primeiros meses de vida.

As autoridades de saúde reforçam que a procura pelas vacinas deve ser imediata para garantir a eficácia da proteção antes do pico de inverno e do período de maior transmissão.

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