Publicado em 22/04/2026
Para ampliar, modernizar e fortalecer a saúde pública de Feijó, o governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Obras Públicas (Seop), intensificou os trabalhos de reforma e ampliação do Hospital Geral, visando à entrega da unidade até o final deste mês de abril.
Com a conclusão da obra, a estrutura hospitalar aumenta a capacidade de atendimento e proporciona mais conforto, segurança e qualidade nos serviços oferecidos à população do município e de toda a região.

De acordo com a engenheira civil e fiscal da obra, Raissa Silva, as equipes atuam simultaneamente em diversas frentes.
“Os trabalhos de acabamento incluem pintura, serviços no forro, pavimentação do estacionamento, instalação de portas, implantação do sistema de climatização, além da aplicação de manta vinílica”, informa.

A reforma e ampliação representam a maior intervenção estrutural já realizada na unidade em mais de 40 anos. Desde sua construção, o hospital não havia passado por uma modernização de grande porte, o que torna a atual obra essencial para adequar a estrutura às demandas atuais da população e às exigências técnicas da rede pública de saúde.
O projeto contempla melhorias significativas, como a modernização das instalações, adequações elétricas, implantação de um novo sistema de climatização, reestruturação da cobertura e ampliação de espaços.

Para o gestor da pasta de Obras Públicas, Ítalo Lopes, a entrega da unidade, prevista para o próximo dia 30, reafirma o compromisso da gestão estadual com a população e marca um avanço importante para a rede pública de saúde do interior do estado.
“Essa é uma obra tratada como prioridade pelo governo. Estamos trabalhando de forma contínua, inclusive aos fins de semana e feriados, para garantir a entrega neste mês. Esse esforço é resultado do empenho da governadora Mailza Assis e do ex-governador Gladson Camelí, que não mediram esforços para viabilizar essa importante intervenção”, ressaltou Lopes.
Os investimentos para a reforma e ampliação do Hospital Geral de Feijó foram superiores a R$ 5 milhões, provenientes de convênio com o governo federal, por meio do Ministério da Saúde, e contrapartida do Estado.

