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Na TV Rio Branco, secretária de meio ambiente comemora redução de alerta de desmatamento e de focos de incêndios em 2023

Publicado em 18/01/2024 10:01

Em conversa com este colunista no programa Entrevista da Tarde, nesta quarta-feira, 17, ao vivo, na TV Rio Branco-Cultura, canal 8.1, a secretária de Meio Ambiente do Acre, doutora Julie Messias, comemorou redução de 74% nos alertas de desmatamento e 45% de focos de incêndios entre 2022 e 2023. Segundo ela, o governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) e Instituto do Meio Ambiente do Acre (Imac), vai reforçar ainda mais as ações para garantia da conservação dos recursos naturais em 2024.

Segundo dados da Sema, qualificados e quantificados pelo Centro Integrado de Geoprocessamento Ambiental (Cigma), de 1º de janeiro a 29 de dezembro de 2023, o estado registrou redução nos alertas de desmatamento emitidos, se comparados a 2022, sendo 589,16 km² (2022) e 154,51 km² (2023). A secretária afirmou que a análise se baseia no sistema de alertas Deter, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Em relação aos estados da Amazônia Legal, o Acre foi o segundo que menos desmatou, com 2,03 km², ficando atrás apenas do Amapá, (0,36 km²).

Julie Messias reafirmou o compromisso em atuar no sentido de coibir os ilícitos ambientais e disse que para este ano as ações devem ser ainda mais reforçadas e elencadas de forma conjunta entre os órgãos do Comando e Controle Ambiental. Ela reforçou que as reuniões da Sala de Situação permanecem, pois ajudam na troca de experiências, tomada de decisões e informações adicionais para o combate tanto do desmatamento quanto das queimadas.

“Assim como no ano passado, por determinação do nosso governador, vamos contar com a união dos órgãos estaduais, municipais e federais no sentido de reduzir o desmatamento no Acre. Em nível municipal, temos a nossa Rede de Governança Ambiental, um espaço para a troca de experiências e tomada de decisões entre o governo e municípios. No Estado são diversos órgãos que atuam unidos. Em nível federal, pretendemos continuar com a parceria e apoio do Ibama e ICMbio nesse enfrentamento”, reforçou.

Ridículo
Por dever de oficio, perdi um tempo para assistir ao programa especial que Globo produziu sobre o que a esquerdalha cama de “Atos golpistas e terroristas do 08/01”, que na verdade foram ações de vandalismo ataque ao patrimônio público de gente infiltrada entre os patriotas que se mobilizaram em ato contra os que praticaram atos de corrupção e estavam de volta ao poder, aos processo eleitoral marcado por irregularidades.
Uma vergonha
Seguindo a mesma linha de jornalismo alinhadíssimo aos esquerdistas, a Revista Veja, que já foi um meio de comunicação de credibilidade, cedeu espaço para uma ampla entrevista com o ministro do ST e presidente do STF, Alexandre de Moraes, que se acha o homem mais poderoso do Brasil e da América Latina. Sem nenhuma base legal para justificar a afirmação, ele garante: “Não foi baderna, foi golpe”.
Omissão
Em momento algum a reportagem da Globo e Veja falaram em omissão por parte do Governo Federal. Naquela tare de domingo, de janeiro de 2023, não era mais o PL de Jair Bolsonaro que mandava no Brasil, mas soim o PT do á empossado Presidente Lula da Silva. Tá cara que o ministro da Justiça, Flávio Dino e o ministro da Defesa, José Múcio foram omissos.
Conivência
Se Dino e Mucio não foram omissos, no mínimo foram coniventes com os atos de vandalismo. Há vários vídeos circulando na internet, mostrando a incompetência do governo em defender a própria sede. Falo de Dino e Mucio, mas existem outros nomes do governo que fatalmente seriam indiciados pela CPI do 08/01, caso o governo não tivesse vendido a última joia da coroa para comprar deputados e senadores.
Infiltração
Segundo depoimentos dos patriotas que estavam nas áreas militares, naquele momento, o movimento não era mais em protesto ao processo eleitoral obscuro e tampouco contra a posse do novo governo, afinal, Lula já avia sido empossado. O que houve, segundo patriotas, foi uma infiltração de aliados do Presidente, vindo de várias regiões, sobretudo do Nordeste.
Contra corrupção
O movimento era contra a corrupção e as manobras do STF e do TSE. Não havia nada programa para aquela tarde de domingo, mas sim um ato ordeiro e pacífico para manhã de terça-feira, 10 de janeiro. Claro que o movimento em frente aos quartéis estava a incomodar o novo governo. Lula estava acuado, sem clima para governar. Aliás, ele continua assim. Para onde ele vai, é sempre vaiado e chamado de “ladrão”.
Prisões ilegais
Um pais democrático não pode e nem deve aceitar que pessoas humildes e inocentes sejam presas sem inquéritos e condenadas sem processo e sem sentença. Enquanto isso, a maioria dos que de fato promoveram a baderna, o vandalismo, continua em plena liberdade. Um dia, alguém vai ter que ser responsabilizadas por essas prisões ilegais e imorais.
Acre envolvido
A sanha de Alexandre de Moraes acabou envolvendo a empresária acreana Michela Lacerda. Ela chegou em Brasília na noite de domingo. Portanto, não participou dos atos, mesmo assim, foi presa na manhã de segunda-feira, 09 e passou quase um mês presa. Ela conta com riquezas de detalhes como era o cotidiano na prisão. “Eles afirmavam nós éramos golpistas e terroristas”, afirma Michela.
Tornozeleira
Há mais de um ano do ocorrido, Michela continua a usar a tal tornozeleira eletrônica e obrigada a se apresentar todas as segundas-feiras à Cidade da Justiça. Como se não bastasse, ainda sofre pressão por parte de Alexandre de Moraes para confessar o crime.
“Prefiro continuar com essa tornozeleira a confessar um crime que eu não cometi. Não vou trair minha própria consciência”, afirma a acreana.
Mentira e queda
A primeira prova da omissão, da conivência ou da incompetência do Governo Lula em relação aos atos de vandalismo foi a queda do até então todo poderoso ministro-chefe da
Do Gabinete Institucional (GSI), general Gonçalves Dias. Ele mentiu além da conta. Por isso, foi obrigado a pedir demissão para tentar salvar a pele de Flavio Dino e do próprio Presidente.
Ignorância ou leviandade
Pelo comportamento dos blasonaríamos que estavam em Brasília e os lulistas que se infiltraram no movimento, quem ainda tem coragem de afirmar que foram atos golpistas e terroristas são ignorantes, ou seja, não conhecem nada sobre o assunto ou são levianos. Aliás, por serem acostumados em defender golpes, os petistas-esquerdistas vêm atos golpistas em tudo. Ah, eles também defendem terroristas. São amiguinhos, por exemplo, de Maduro.

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