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Jair Bolsonaro deixa hoje a prisão domiciliar para fazer exames em Brasília

Publicado em 16/08/2025

Jair Bolsonaro em ato na Avenida Paulista (São Pulo), em 29 de junho de 2025 –  (Miguel SCHINCARIOL/AFP)

Ex-presidente deverá receber Hugo Motta na residência nos próximos dias a a anistia ao 8 de Janeiro deverá ser um dos temas da conversa

O ex-presidente Jair Bolsonaro faz hoje diversos exames de saúde. O pedido
para ir a um hospital em Brasília feito encaminhado ao ministro Alexandre de
Moraes, que autorizou a realização dos exames. O hospital fica a cerca de 15
minutos de carro da casa do ex-presidente.

Jair Bolsonaro está em prisão domiciliar há duas semanas. Ele é obrigado a
usar tornozeleira eletrônica e não pode utilizar as redes sociais. O presidente
tem cumprido a determinação do STF, de permanecer dentro de sua
residência.

Os exames serão feitos na manhã deste sábado. A equipe médica que
acompanha o quadro de saúde do ex-mandatário pediu que ele faça os exames
de coleta de sangue e urina, além de endoscopia e tomografia.

“A solicitação decorre do seguimento de tratamento medicamentoso em curso,
da necessidade de reavaliação dos sintomas de refluxo e soluços refratários,
bem como da verificação das condições atuais de saúde do peticionante”,
escreveu a defesa.

Líder da oposição articula encontro de Bolsonaro com Hugo Motta
O líder da oposição, deputado Luciano Zucco (PL-RS), O líder da oposição na
Câmara, deputado Luciano Zucco (PL-RS), visitou nesta quinta-feira dia 14 o
Jair Bolsonaro na residência do ex-presidente. Há uma semana, Bolsonaro
cumpre prisão em regime domiciliar e está proibido de usar as redes socias.

Ao sair da residência, Zucco disse a VEJA que o presidente da Câmara, Hugo
Motta, deverá visitar Bolsonaro nos próximos dias. O próprio líder da oposição
é quem cuidou de acertar o encontro entre o ex-presidente da República e
Motta.

Zucco disse a VEJA que um dos temas da reunião de Motta com Bolsonaro
deverá ser a anistia para os presos do 8 de Janeiro de 2023, que depredaram as
sedes do Palácio do Planalto, do Congresso e do Supremo. “O tema da anistia
deve ser tratado no encontro”, disse o parlamentar.

O Supremo marcou para 2 de setembro a primeira sessão de julgamento da
ação penal da tentativa de golpe de Estado. Serão julgados Bolsonaro, os exministros Anderson Torres (Justiça), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança
Institucionais), Braga Netto (Casa Civil) e Paulo Sérgio Nogueira (Defesa), o
ex-comandante da Marinha Almir Garnier, o ex-diretor da Abin Alexandre
Ramagem e o ex-ajudante de ordens Mauro Cid.

*Com informação da (VEJA)

 

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