Publicado em 18/05/2026
Faltando cinco meses para as próximas eleições, ainda é cedo para se prevê os vitoriosos das nossas eleições.
No plano federal, muito provavelmente, a nossa próxima disputa presidencial dar-se-á entre o atual presidente Lula e o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, Flavio Bolsonaro.
Poderá haver mudanças, sim, afinal de contas nas minerações e nas eleições somente após as suas apurações é que tomamos conhecimento dos seus reais e efetivos resultados.
Em relação a disputa pelo governo do nosso Estado, tomando por base os resultados das nossas mais recentes pesquisas, dos apoios eleitorais já declarados, entre outros, três dos nossos pré-candidatos, a governadora Mailza Assis, o senador Alan Rick e o ex-prefeito Tião Bocalon despontam como favoritos.
Ainda assim, já que haverá um 2º turno, um dos três irá embarcar para Manacapuru no próximo dia 4 de outubro. Qual deles, somente as suas excelências, as urnas, poderão dizer. Desta feita, será no curso de suas próprias campanhas é que tomaremos conhecimento daquele que será ungido a condição de governador do Acre no quadriênio 2027/2030.
Diferentemente da disputa pela presidência da nossa República, cuja temperatura já se encontra bastante esquentada, cá entre nós, o clima se mantém razoavelmente aceitável. Ainda bem, pois se entrarmos numa guerra do tipo dente por dente e olho por olho, muitos sairão cegos, outros banguelas, e quando não, ao mesmo tempo, cegos e banguelas.
Se o nosso país dispõe de 155.385.134 eleitores e o Acre de apenas 612.448, a partir destes parâmetros àquele quem vier se tornar governador do nosso Estado precisa conquistar o apoio daquele que vier se eleger presidente da nossa República, do contrário, terá sérias para enfrentar os múltiplos desafios que estão a sua espera.
Se o nosso peso político só se iguala aos dos demais Estados, inclusive com o do Estado de São Paulo, no senado, daí termos que escolher, entre os seis pré-candidatos, os dois que melhores venham nos representar.
De mais a mais, como parte integrante da nossa cobiçadíssima região Amazônica, tanto nacionalmente quanto em escala mundial, precisamente superar o impasse que vem sendo determinado pelos xiitas ecológicos e àqueles que pretendem transformar as nossas florestas em cinzas, e isto em nome do nosso desenvolvimento econômico.
A nós, acreanos, também ou mais, nos interessa o desenvolvimento social, e este só se virá quando os nossos representantes políticos não se deixarem levar pelos xiitas ecológicos e nem pelos exploradores que só pensam em tirar proveitos do nosso próprio território e sem se aterem os devidos e indispensáveis compromissos com a nossa população.

