Publicado em 26/03/2026
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Por Redação
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, por unanimidade, nesta quinta-feira (26), a criação da Federação União Progressista, formada pela aliança entre o União Brasil e o Partido Progressistas (PP). A decisão confirma oficialmente a formação de um “superbloco” político com forte impacto nas articulações para as eleições de 2026.
Relatora do processo, a ministra Estela Aranha afirmou que o pedido cumpriu todas as exigências legais. Segundo ela, a documentação apresentada seguiu os critérios estabelecidos na legislação eleitoral, incluindo a Lei dos Partidos Políticos e normas do próprio tribunal. O voto foi acompanhado integralmente pelos demais ministros, sem divergências.
A magistrada também destacou que a legislação permite a formação de federações partidárias, nas quais duas ou mais siglas passam a atuar como uma única agremiação por, no mínimo, quatro anos.
No Acre, a decisão tem peso político significativo. A homologação fortalece a base governista e dá sustentação às articulações do Palácio Rio Branco para 2026.
Com a federação formalizada, ganham força as pré-candidaturas do governador Gladson Camelí ao Senado e da vice-governadora Mailza Assis ao governo estadual.
Além disso, a união entre os partidos deve resultar em uma chapa robusta para as disputas proporcionais, tanto para a Câmara dos Deputados quanto para a Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). Com a atuação conjunta, a federação poderá lançar uma única lista de candidatos, o que tende a aumentar o desempenho eleitoral e a ocupação de cadeiras.
O presidente nacional da federação, Antonio Rueda, comemorou a decisão e destacou que a aliança é resultado de um processo de diálogo entre as siglas.
Segundo ele, o objetivo do grupo é fortalecer projetos políticos e contribuir para o desenvolvimento do país, agora com a formalização autorizada pela Justiça Eleitoral.

