Publicado em 08/07/2026
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Por Redação
O Acre permanece em nível de alerta para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), conforme o mais recente boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado na última terça-feira (7). A análise considera a Semana Epidemiológica 25, compreendendo o período de 15 a 21 de junho, e indica que o estado, assim como outras unidades da Região Norte, começa a apresentar sinais de estabilização ou redução no número de casos.
Apesar desse cenário, Rio Branco continua entre as capitais brasileiras que exigem atenção. A capital acreana integra a lista de 11 cidades com incidência de SRAG classificada em nível de alerta, risco ou alto risco. No entanto, diferentemente de parte das demais capitais, o município não apresenta tendência de crescimento nas últimas seis semanas.
Além de Rio Branco, também figuram na relação as capitais Aracaju (SE), Belém (PA), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), João Pessoa (PB), Macapá (AP), Maceió (AL), Palmas (TO) e Salvador (BA).
Segundo a Fiocruz, embora os dados apontem interrupção do crescimento ou queda dos casos em boa parte das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, os níveis de SRAG ainda permanecem elevados em diversas partes do país. Por isso, a recomendação é manter as medidas de prevenção contra doenças respiratórias.
O boletim também mostra que a incidência da SRAG continua mais elevada entre crianças pequenas, principalmente em razão do Vírus Sincicial Respiratório (VSR). Já os óbitos concentram-se na população idosa, tendo a influenza A como principal causa. Nos casos relacionados à influenza A, a maior incidência é registrada entre crianças menores de dois anos, enquanto a mortalidade afeta principalmente pessoas com 65 anos ou mais. Em relação à Covid-19, a Fiocruz informa que a incidência de SRAG permanece baixa em todas as faixas etárias.

