Publicado em 17/06/2026
Foto: Divulgação
Por Redação
O Ministério das Cidades aprovou quatro propostas do programa Minha Casa, Minha Vida Rural no Acre, que vão garantir a construção de 220 unidades habitacionais voltadas para famílias da pesca artesanal. A iniciativa contempla trabalhadores de diferentes regiões do estado, promovendo moradia dignidade, segurança habitacional e melhoria na qualidade de vida das comunidades tradicionais.
As propostas selecionadas beneficiarão diretamente quatro entidades representativas do setor:
A Associação de Moradores, Produtores Rurais, Pescadores e Aquicultores do Estado do Acre (AMPPAAC), em Rio Branco;
A Colônia de Pescadores Z-03, em Sena Madureira;
A Colônia de Pescadores Z-02, em Tarauacá;
A Colônia de Pescadores Z-10, em Assis Brasil.
A confirmação do avanço habitacional foi feita pelo gestor público Márcio Oliveira dos Santos, diretor de Projetos e Financeiro da Federação dos Trabalhadores da Pesca e Aquicultura do Estado do Acre (Fetape/AC). Segundo o gestor, o projeto começou a ser desenhado ainda em 2024 através de uma força-tarefa para viabilizar a inserção dos pescadores artesanais na modalidade rural do programa do Governo Federal.
O desenvolvimento da proposta demandou uma articulação técnica de dois anos, dividida em quatro etapas rigorosas de planejamento, análise laboratorial de viabilidade e avaliação de critérios governamentais. A estruturação contou com o suporte técnico do Instituto de Governança Pública da Amazônia (IGPA), além de uma equipe multidisciplinar composta pela arquiteta Leovania de Moraes, pela engenheira Carolina Galvão e pela assistente social Tayná Aragão, responsáveis por adequar as propostas às exigências do Ministério.
“Trata-se de uma conquista histórica para centenas de famílias de pescadores artesanais que aguardavam a oportunidade de conquistar a casa própria. Esse resultado demonstra a importância do planejamento técnico e da união entre as entidades representativas e os parceiros envolvidos no projeto”, avaliou Márcio Oliveira.
A liberação das 220 moradias foi celebrada pelas lideranças do setor, que destacaram o impacto social de fixar o trabalhador da pesca em sua região com infraestrutura adequada.

