Publicado em 13/06/2026
Hakimi é a estrela do Marrocos na Copa do Mundo. Foto: Angela Weiss/AFP
Primeiro rival do Brasil na Copa escolhe CT que recebeu Ancelotti em 1994
Marrocos treina na Pingry School, base da Itália nos EUA no Mundial vencido pelo Brasil. Crédito: Estadão
Após campanha histórica em 2022, lateral do PSG acredita no potencial marroquino e vê equilíbrio no confronto de estreia diante dos pentacampeões mundiais
Por Marcel Rizzo e Ricardo Magatti | Estadão
EAST RUTHERFORD – Hakimi é a estrela de Marrocos, primeiro adversário do Brasil na Copa do Mundo. O lateral do PSG, atual bicampeão europeu, lamentou não enfrentar Neymar na partida deste sábado (13), no MetLife Stadium, em East Rutherford. O brasileiro se recupera de uma lesão na panturrilha e sequer ficará no banco de reservas.
“Eu quero sempre enfrentar os melhores e gostaria de ter Neymar pela frente nessa partida”, disse Hakimi.
Após a ótima campanha no Catar, em 2022, quando terminou na quarta colocação, a melhor campanha de uma seleção africana na história das Copas do Mundo, Marrocos chega ao Mundial sem o fator surpresa. Logo na estreia, porém, terá pela frente o Brasil, maior campeão mundial, com cinco títulos. De quem será o favoritismo?
“Em uma partida como essa, ainda mais em uma Copa do Mundo, não acredito em favoritismo. Sabemos da qualidade das duas equipes. Espero, claro, que o melhor resultado seja para o nosso lado, mas não acredito que haja favoritismo”, afirmou Hakimi.
Os elogios à seleção marroquina não deixaram o lateral constrangido. Para ele, a equipe realmente pode ser considerada uma das melhores do mundo na atualidade.
“Sabemos o tamanho do adversário que é o Brasil. Conhecemos a qualidade dos jogadores, mas também temos o nosso valor. Nos chamam até de brasileiros da África. Então, estamos prontos para fazer uma boa partida”, disse.
O técnico Mohamed Ouahbi afirmou que, apesar do respeito ao Brasil, não pretende mudar a maneira de jogar de sua equipe e prometeu uma postura ofensiva diante da seleção pentacampeã mundial.
“Não é porque estamos disputando uma partida de Copa do Mundo que vamos mudar a nossa forma de jogar. Ainda que tenhamos perdido jogadores importantes, precisamos apresentar soluções. Respeitamos imensamente o time do Brasil, mas sabemos como vamos jogar e acredito que isso fará a diferença. Nosso elenco conhece o próprio valor e este é apenas o primeiro jogo”, declarou.

