Publicado em 20/04/2026
Foto: Reprodução
Por Redação
O prefeito de Rio Branco, Alysson Bestene, foi o convidado do programa ” O X da Questão” deste domingo (19), transmitido pela TV Rio Branco, canal 8.1, e Rádio Cidade FM 107.1, Durante a entrevista, o gestor fez um balanço das ações emergenciais após as recentes tempestades que castigaram a capital e projetou o futuro da cidade, enfatizando que sua administração dará sequência ao legado de modernização iniciado pelo ex-prefeito Tião Bocalom.

EDITORIAL: O Brasil de Quem Produz
O apresentador José Aleksandro abriu a noite com um editorial inspirado nas palavras do ex-ministro Aldo Rebelo. O texto criticou a inversão de valores no país, onde, muitas vezes, “quem não produz manda em quem produz”.
A mensagem central foi um apelo à valorização do empreendedor, do agricultor e do trabalhador que enfrenta a burocracia estatal. O editorial destacou que o Estado deve deixar de ser um obstáculo e passar a ser um instrumento de desenvolvimento, reforçando que “o povo não paga boleto com narrativa” e que a eficiência na gestão pública é o único caminho para a prosperidade real.

ENTREVISTA EXCLUSIVA: Alisson Bestene e o Compromisso com Rio Branco
O ponto de maior urgência da entrevista foi o impacto das fortes chuvas, que atingiram severamente 15 bairros da capital acreana. Bestene detalhou um pacote de medidas de assistência direta voltado às famílias que ficaram desabrigadas ou desalojadas. Segundo o prefeito, a estratégia municipal está dividida em duas frentes: o socorro humanitário imediato e a recuperação estrutural das moradias danificadas.

Monitoramento e Alerta Vermelho
Diante da previsão meteorológica de que as chuvas devem continuar nos próximos dias, a força-tarefa da Prefeitura permanece em estado de alerta máximo nas regiões mais vulneráveis. As ações integradas entre as secretarias buscam acelerar a desobstrução de vias obstruídas por entulhos ou deslizamentos, assegurando que as equipes de suporte cheguem até as comunidades que ficaram isoladas.
A orientação oficial dos órgãos de controle, reforçada por Alysson Bestene, é de que os moradores de áreas de encostas ou próximos a rios e igarapés mantenham vigilância constante. Ao menor sinal de movimentação de terra ou elevação rápida das águas, os serviços de emergência devem ser acionados imediatamente.
No campo político e administrativo, Bestene fez questão de destacar que Rio Branco vive um processo de transformação. Ao frisar o trabalho realizado por Tião Bocalom, o prefeito pontuou que sua meta é elevar a capital a um novo patamar de infraestrutura.

VEJA O EDITORIAL DO PROGRAMA
EDITORIAL ESPECIAL – BRASIL DE QUEM PRODUZ
Amigos do programa O X da Questão. Hoje vamos tratar de um tema que mexe diretamente com a vida do povo brasileiro: economia real, custo de vida e gestão pública. Sem paixão partidária, sem fanatismo e sem ódio. Inspirado em reflexão de Aldo Rebelo
Reflexão forte, verdadeira e profundamente atual, dita pelo ex-ministro Aldo Rebelo, homem público reconhecido pela firmeza de pensamento e pela defesa do Brasil real. Ele disse:
“O Brasil é um país onde quem não produz manda em quem produz.
Quem não emprega manda em quem emprega.
Quem não trabalha manda em quem trabalha.
Quem não conhece manda em quem conhece.
E quem não faz manda em quem faz.”
Essa frase resume um sentimento que milhões de brasileiros carregam no peito. O pequeno comerciante sabe disso. O agricultor sabe disso. O caminhoneiro sabe disso. O empreendedor sabe disso. O profissional liberal sabe disso. Quem tenta abrir um negócio no Brasil enfrenta uma verdadeira maratona de obstáculos.
É papelada sem fim. É licença que demora. É taxa que aparece. É exigência que muda. É insegurança jurídica. É fiscalização muitas vezes usada para punir, e não para orientar. Muitos brasileiros têm a sensação de que produzir virou suspeita. De que empreender virou risco. De que trabalhar demais incomoda quem nunca construiu nada.
E um país que desestimula quem gera riqueza, emprego e oportunidade, trava seu próprio futuro. Fiscalizar é necessário.
Combater irregularidades é necessário. Fazer cumprir a lei é necessário. Mas perseguir quem trabalha, sufocar quem investe e dificultar a vida de quem quer crescer, isso não é justiça. Isso é atraso. O Brasil precisa inverter essa lógica. Precisamos de um país onde:
Quem produz seja respeitado; Quem emprega seja valorizado; Quem trabalha tenha dignidade; Quem conhece seja ouvido; e quem faz tenha apoio para continuar fazendo. Porque nenhuma nação prospera punindo seus construtores.
O Brasil só vai dar certo quando o Estado deixar de ser obstáculo e voltar a ser instrumento de desenvolvimento.
Chega de briga entre grupos. Chega de fanatismo. Chega de viver de passado. O Brasil precisa de governantes que entreguem resultado, respeitem o povo e façam o dinheiro render no bolso de quem trabalha. Porque no fim de tudo, a eleição passa…mas a conta fica.
O povo não abastece carro com discurso, não enche carrinho com propaganda e não paga boleto com narrativa.
Quando produzir vira problema, o atraso vira política. Então a frase do pré-candidato Tião Bocalom, faz sentido o certo é “Produzir para empregar e se não roubar o dinheiro dá”.
Eu sou!!! José Aleksandro Jornalista e apresentador do X da Questão
Veja o entrevista na íntegra no canal do YouTube do programa “O X da Questão”:

