Publicado em 15/03/2026
Chamada para a live comentando o Oscar 2026 –
A Folha vai comentar, na noite deste domingo (15), o tapete vermelho e a cerimônia do Oscar 2026, que ocorre no Dolby Theatre, em Los Angeles.
A transmissão do jornal começará às 19h, pelo YouTube e Instagram, e seguirá até o fim do evento. A live será comandada pelo jornalista, apresentador e colunista do jornal Zeca Camargo, que vai receber como convidados a jornalista e especialista em moda Erika Palomino, o crítico de cinema da Folha Inácio Araujo, a crítica de cinema e apresentadora de podcasts Ieda Marcondes, a crítica e professora de cinema Lúcia Monteiro e o jornalista e apresentador Paulo Corrêa. O público ainda terá as atualizações da repóter Fernanda Ezabella, que cobrirá a cerimônia “in loco”.
No Brasil, os direitos de transmissão do evento em si —originalmente do canal americano ABC— serão restritos a alguns canais. Na televisão, será transmitido no canal TNT, a partir das 20h, e na Globo, às 21h. Já no streaming, será exibido nas plataformas do Globoplay e HBO Max. O tapete vermelho começará a ser transmitido a partir das 18h30, também com transmissão pelo canal E! na TV paga.
Zeca Camargo iniciou sua carreira como repórter da Folha, no final dos anos 1980, e hoje é colunista do caderno de Turismo do jornal. Além da imprensa escrita, tem vasta experiência no jornalismo televisivo, com passagens pela MTV Brasil, à frente do programa MTV no Ar, pela TV Cultura, com a atração Fanzine, e depois na Rede Globo, de 1996 a 2020. Foram 18 anos no dominical Fantástico, antes de assumir o Video Show, em 2013, e o semanal É de Casa, em 2015. Depois, ficou na Band até 2024, passando por programas como Melhor da Noite, com Glenda Kozlowski, Zeca pelo Brasil, e Band Verão e o quiz show 1001 Perguntas.
Erika Palomino foi autora da coluna Noite Ilustrada, que existiu de 1992 a 2005, na Folha. Nela, documentava na Folha os personagens, as tribos e os rituais da efervescente vida noturna paulistana, numa época em que a cidade vivia o auge da cultura clubber. A partir destas vivências, escreveria ainda o livro “Babado Forte”, de 1999, com uma recente reedição. Especialista em moda e consultora criativa, ela também foi diretora do Centro Cultural São Paulo.
Jornalista de formação, o crítico de cinema Inácio Araujo trabalhou como montador, roteirista e diretor ao longo dos anos 1970 e 1980, antes de começar a escrever na Folha, em 1983. Hoje à frente também de cursos de história de cinema, traz muito da sua experiência ao lado de nomes como Sylvio Back e Carlos Reinchenbach, com quem coescreveu os filmes “Amor, Palavra Prostituta” e “Filme Demência”.
Ieda Marcondes é formada em cinema e trabalha como crítica desde 2017, com colaborações na Folha, além de escrever e produzir podcasts. Participou do de programas como “Cinemático”, do portal B9, da equipe do “Tomada 2”, pela Wondery. Também é roteirista e diretora do curta “Cabelo Negro” e autora da HQ “Unhas”.
Lúcia Monteiro é crítica colaboradora do jornal, curadora e professora do curso de cinema da Universidade Federal Fluminense. Entre suas publicações, participou da organização e da tradução do livro “Fordlândia, Suspended Spaces”, pela Relicário.
Paulo Corrêa é jornalista, comunicador e podcaster especializado no mundo do entretenimento e da cultura pop, passando pelo audiovisual e pela música. Com experiência na TNT, Audible, da Amazon, e no site Papelpop, também é criador dos programas Rádio Lunar e Pop.Doc.
Fernanda Ezabella é jornalista em Los Angeles, colaboradora da Folha e de outros veículos nacionais e faz parte do quadro de votantes do Globo de Ouro.
O Brasil concorre em quatro categorias com “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, incluindo melhor filme, filme internacional, melhor ator com Wagner Moura e direção de elenco, nova disputa da premiação.
O país ainda pode levar a estatueta de melhor fotografia para casa graças a Adolpho Veloso, que concorre ao troféu pelo seu trabalho em “Sonhos de Trem”.
“Pecadores” lidera as indicações, com 16, seguido por “Uma Batalha Após a Outra”, com 13. O norueguês “Valor Sentimental”, principal rival de “O Agente Secreto”, foi indicado sete vezes.


