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Acre

Educação debate direitos humanos durante segunda jornada pedagógica de 2025

Publicado em 16/07/2025

A Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE), por meio do Departamento de Formação e Assistência Educacional (Defae), realizou na tarde desta quarta-feira, dia 16, no auditório próprio instituição, em Rio Branco, uma palestra sobre direitos humanos dentro da 2ª Jornada Pedagógica de 2025.

A palestra foi realizada por formadoras da Divisão de Direitos Humanos e Diversidade, agora ligada ao próprio Departamento. A palestra foi dividida em duas partes, uma na quarta, 16, e outra nesta quinta-feira,17. Uma segunda palestra será realizada na sexta-feira, 18, que vai falar sobre formação socioemocional, sob a orientação de formadores da divisão de psicologia escolar e educacional.

Na quarta-feira, a palestra foi ofertada para os gestores do ensino fundamental, anos finais. Na quinta, a palestra será realizada para os gestores do ensino médio e do ensino fundamental, anos iniciais. Na sexta, a palestra sobre formação socioemocional será realizada para os três segmentos.

A chefe do Departamento de Formação, professora Lídia Cavalcante, destacou a importância de discutir e abordar os temas relacionados aos direitos humanos na medida em que tanto o estado é laico como também a educação é laica. “Precisamos debater certos temas nas escolas”, disse.

A chefe da divisão de direitos humanos e diversidade, professora Irizane Vieira, foi a palestrante e formadora da quarta-feira. Ela abordou temas como identidade de gênero, orientação sexual, lei do nome social, violência de gênero, além de violência doméstica e familiar.

Sobre a identidade de gênero, explicou, é a forma com a qual a pessoa se identifica. Já a orientação sexual está relacionada, segundo ela, por quem uma pessoa sente atração afetiva. “A educação precisa chegar aos nossos alunos, por isso é importante uma mudança de consciência e de pensamento”, disse.

Já em relação a questão da violência de gênero, destacou que há várias formas dela se destacar, como o patriarcado, onde as pessoas são criadas para acreditar em certas normas sociais, o feminicídio, o machismo, o sexismo, além da própria misoginia, que é o ódio declarado às mulheres.

[Agência de Notícias do Acre]

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