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Dia da Consciência Negra: Mulheres negra empreendedoras precisam superar barreiras para se destacar

Publicado em 19/11/2024

O Dia da Consciência Negra, comemorado em 20 de novembro, é uma data que enfatiza a importância de refletirmos sobre a história e a cultura afro-brasileira.

A data tem como objetivo combater o racismo, promover a igualdade racial e reconhecer as valiosas contribuições da comunidade negra para a sociedade brasileira. Este ano passará a ser também um feriado nacional.

Mas apesar dos grandes avanços nos últimos tempos em questões de igualdade racial, ainda existem barreiras para as pessoas negras, em especial as mulheres, como explica a médica e empresária, Dra. Patrícia Santiago.

“Ser uma mulher negra e empreendedora significa enfrentar muitas barreiras sociais, como o preconceito, a falta de recursos e de assistência e suporte”.

“Para se destacar, é preciso demonstrar habilidades acima da média, por isso sempre destaco que o estudo e o desenvolvimento pessoal são essenciais. Superar os desafios do racismo fortalece a mulher, a deixa mais resiliente, você vê um desafio e não pode simplesmente desistir, é preciso lutar por ele”, reforça Dra. Patrícia Santiago, atualmente dona de duas clínicas médicas, a STO – Serviço de Tratamento da Obesidade e a Evie by STO.

Maiora, mas com menos rendimento

De acordo com um levantamento do Sebrae com dados da PNAD do terceiro trimestre de 2023, os empreendedores negros representam 52% dos negócios brasileiros.

No entanto, apesar de ser a maioria, segundo dados da PNADC do segundo trimestre de 2022, o rendimento médio dos empreendedores negros é 32% menor que o de empreendedores brancos.

A força da superação

A Dra. Patrícia Santiago, natural do interior do Amazonas, enfrentou desafios desde a infância, sendo criada por sua mãe, professora que sustentava sozinha a família. Para ajudar nas despesas, Patrícia trabalhou em diversas áreas, desde alfabetização até vendas em uma funerária.

Com muita determinação, ingressou na faculdade de medicina e se formou em 2013. Após a graduação, dedicou-se ao atendimento médico no interior do Amazonas, e alcançou a posição de diretora de um hospital em Manaus.

[Assessoria]

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