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Tempo perdido

Publicado em 17/05/2024

 Quem lutar contra a natureza pouco ou nada terá a ganhar e muito poderá perder.

              Não que a natureza seja vingativa, mas sim, por sê-la reativa, jamais deveríamos contrariá-la, sobretudo, sem os devidos cuidados, até porque, sempre que isto acontece a curto, médio ou longo prazo a resposta virá e sempre cobrando altíssimos preços.

             A exemplificar, a tragédia que a população do Estado do Rio Grande do Sul vem enfrentando. E o pior, o preço que nos está cobrado vem acompanhado de juros e correções monetárias, porquanto a natureza funciona como um banco de reserva para atender as necessidades das suas populações, independente do território onde as mesmas se encontrarem.

         Que a presente tragédia, até o presente momento, restará para nossa história como a mais trágica de todas, não resta à menor dúvida, mas jamais poderemos considerá-la como surpreendente, dado os recorrentes avisos que a própria natureza já nos havia enviado A lembrar: no ano de 1941, portanto, há 73 anos, uma tragédia assemelhada a presente havia acontecido no ora vitimado Estado do Rio Grande do Sul.

          Se tudo fora feito em nome de boas causas, no caso, o desenvolvimento econômico e social das populações, ainda assim, dada a invencibilidade da natureza, jamais poderíamos desrespeitá-la, particularmente, naquilo que ela jamais admitiria.

         O desmatamento descontrolado e irresponsável das nossas florestas e a contaminação do nosso universo, os gases provocadores do efeito estufa, reporto-me àqueles derivados da queima dos combustíveis fósseis, são sim, as principais causas do nosso desequilíbrio ambiental.

         Nada contra os resultados advindos das nossas diversas eras,  em particular da Revolução Francesa, conquanto as mesmas não houvessem estimulado o desenvolvimento econômico dos países a qualquer preço, inclusive dos países que ainda se mantém no chamado terceiro mundo.

        Direi, e tantas vezes quanto necessárias forem: são das superpotências mundiais, dos países que integram o chamado primeiro mundo, as principais responsabilidades de manter as vidas no nosso planeta: a humana, a animal e a vegetal, entre outras.

    Ajudar gaúchos sim, desde que novas tragédias sejam evitadas.

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