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Conheça “Pilili”: mascote das Eleições 2026 que traduz o som da urna eletrônica em cidadania

Publicado em 05/05/2026

Foto: Luiz Roberto/Secom/TSE

Por Alessandra Karoline

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apresentou a sua nova embaixadora da democracia para as Eleições 2026. Trata-se da “Pilili”, uma mascote inspirada na urna eletrônica, criada para ser o rosto das campanhas de incentivo ao voto consciente e à participação cívica em todo o país. A personagem, que já começou a circular em eventos oficiais, assume o papel de porta-voz da Justiça Eleitoral.

O nome da mascote não foi escolhido por acaso: “Pilili” é uma onomatopeia que remete ao clássico sinal sonoro emitido pela urna eletrônica brasileira no momento em que o eleitor pressiona a tecla “confirma”.

Concebida a partir de uma proposta da Coordenadoria de Mídias e Web (Coweb) do TSE, em 2023, a mascote foi desenhada para carregar valores fundamentais para o processo eleitoral. Sem gênero definido — já que a inspiração original é uma máquina —, a Pilili foi projetada para representar a neutralidade, livre de estereótipos ou ideologias políticas.

A bandeira principal da personagem é a da democracia. Imparcial e confiável, ela atuará como uma figura sociável e acessível, pronta para dialogar com eleitores de todas as idades e regiões.

Embora a Pilili não possua voz, a sua estratégia de comunicação é focada na interatividade. Ela se expressa através de gestos, textos e balões de fala, adaptando-se a diversos formatos, como:

Conteúdo Digital: Animações em 2D e 3D para vídeos educativos, tutoriais e redes sociais.

Material Gráfico: Ilustrações para posts, infográficos e materiais impressos.

Adaptação Regional: A personagem possui a versatilidade de incorporar acessórios que representam a cultura e os costumes de cada região do Brasil, permitindo que ela participe, de forma lúdica, de festividades locais, como festas juninas.

Segundo o TSE, a missão da Pilili é clara: fortalecer a confiança do eleitor no sistema de votação e promover a “festa democrática”, servindo como um ponto de conexão leve e educativo entre a Justiça Eleitoral e a sociedade brasileira.

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