Publicado em 03/02/2026
O desaparecimento de Pedro Vilchez, de 87 anos, ocorrido em Rio Branco no dia 18 de janeiro, entrou em uma nova etapa. A partir de agora, os trabalhos deixam de ser concentrados exclusivamente em buscas de campo e passam a ter foco investigativo, sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
A informação foi confirmada nesta terça-feira (3) pelo major Farias, do Corpo de Bombeiros Militar do Acre. Segundo ele, desde que a família formalizou o pedido de apoio, as forças de segurança atuaram nos locais apontados como possíveis trajetos do idoso, empregando todos os recursos disponíveis.
Durante a operação, foram utilizados cães farejadores, equipamentos tecnológicos e equipes especializadas, em uma ação integrada com a Secretaria de Justiça e Segurança Pública do Estado. Apesar do esforço conjunto, nenhum indício concreto foi localizado nas áreas indicadas que pudesse levar ao paradeiro do desaparecido.
Com o esgotamento dessas regiões, não houve avanço para novos pontos de busca operacional. Ainda assim, o major reforçou que o caso permanece ativo. “As buscas não foram encerradas. Elas continuam, agora dentro do campo investigativo, sob a condução da DHPP”, explicou.
Ele destacou ainda que, caso surjam novas informações ou indícios que indiquem outras possíveis áreas de passagem do idoso, o Corpo de Bombeiros poderá retomar as ações de campo. “Sempre que necessário, os recursos operacionais, incluindo os cães, voltarão a ser utilizados”, afirmou.

