22.3 C
Rio Branco
terça-feira, 13 de janeiro de 2026
O RIO BRANCO
Brasil

Avaliação de Haddad é ruim ou péssima para 34% dos brasileiros; 27% aprovam, diz Datafolha

Publicado em 16/12/2024

O trabalho de Fernando Haddad como ministro da Fazenda é visto como ruim ou péssimo por 34% dos brasileiros, enquanto 27% aprovam, segundo levantamento do Datafolha divulgado nesta segunda-feira (16). A pesquisa foi feita entre 12 e 13 de dezembro, 14 dias após a apresentação do pacote fiscal.

O Datafolha aponta que outros 34% apontam a gestão Haddad como regular, já 5% não souberam responder.

A pesquisa contou com 2.002 respondentes, distribuídos entre 113 municípios.

Pacote fiscal

Entre os respondentes que souberam do teor do pacote anunciado pelo governo, a crítica a Haddad é mais expressiva. 42% deste grupo avalia o trabalho do ministro como ruim ou péssimo, enquanto 27% apontam como regular e 29% como ótimo ou bom.

Além de as medidas terem sido apontadas como insuficientes para estabilizar a dívida pública, a avaliação do mercado foi negativa pois aponta que o governo errou ao anunciar uma proposta de renúncia fiscal – a reforma do Imposto de Renda (IR) – em paralelo ao pacote de contenção.

O grupo, porém, é minoria. Segundo o Datafolha, 41% dos brasileiros ficaram sabendo das medidas, sendo que apenas 16% do todo afirma estar bem informado sobre o assunto.

Dentre os 59% que não ficaram sabendo do pacote fiscal a avaliação de Haddad é mais positiva. Destes, 39% apontam seu trabalho como regular, 28% como ruim ou péssimo e 22% como ótimo ou bom. 7% não souberam responder.

[CNN Brasil]

Compartilhe:

Artigos Relacionados

Lula diz que Trump está “no caminho certo” ao discutir a paz na Ucrânia

Raimundo Souza

CGU assume processos administrativos instaurados pelo INSS

Marcio Nunes

Soldado israelense deixa Brasil após virar alvo da PF

Raimundo Souza

Empresas têm até hoje para optar pelo Simples Nacional

Jamile Romano

Otto: Dosimetria da Câmara abrange corrupção e crimes sexuais e não passará

Raimundo Souza

Brasil quer pausa no tarifaço e não crê em emboscada em encontro com Trump

Raimundo Souza