Publicado em 28/02/2026
Scheila Carvalho explicou nas redes sociais o motivo da mãe ainda trabalhar
Imagem: Reprodução/Instagram
+Colaboração para Splash, em Fortaleza | UOL
Após revelar que a barraca de churros da mãe foi atingida por enchentes em Minas Gerais, Scheila Carvalho, 52, respondeu às críticas por dona Eunice seguir trabalhando aos 84 anos.
O que aconteceu
A artista afirmou que a decisão parte da própria mãe, que encontra no trabalho propósito e alegria. A dançarina usou as redes sociais na sexta-feira (27) para esclarecer comentários negativos recebidos depois de contar que o carrinho de churros da mãe ficou submerso durante as fortes chuvas em Juiz de Fora. Segundo ela, o objetivo inicial era falar sobre a situação causada pelas enchentes e tranquilizar os seguidores.
Scheila disse que se deparou com críticas insinuando que estaria permitindo que a mãe trabalhasse por necessidade financeira. “As pessoas começaram a questionar o fato de minha mãe ainda trabalhar, dizendo que isso é um absurdo, porque eu sou rica, sou milionária, mas talvez o que esteja faltando hoje seja entender que trabalho nem sempre é sobre necessidade”, afirmou. “É sobre propósito, autonomia, alegria de viver. Minha mãe, ela trabalha com churros até hoje porque ama o que faz”.
De acordo com a artista, a atividade também representa um espaço de convivência para dona Eunice. “É onde ela conversa, se distrai, se sente útil, independente, viva. Quantas vezes já falei para ela: ‘Mãe, você não precisa disso’. Já chamei para vir morar comigo várias vezes, para ela vir passar uns dias aqui em casa”, contou.
Morando na Bahia com o marido, Tony Salles, Scheila revelou ainda que a mãe prefere permanecer em sua cidade e raramente aceita viajar. “Ela é enraizada, ama estar lá. Nem viajar de férias ela aceita, porque tem medo de avião, ela tem medo de navio. Nunca viaja com a gente de férias. Por isso que vocês veem mais a minha sogra viajar sempre com a gente”, disse.
Por fim, a ex-Morena do Tchan lamentou que as críticas tenham ganhado mais destaque do que a situação enfrentada pelas vítimas das chuvas. “Como é que diante de tanta tragédia que atinge tanta gente, ainda existe julgamento mais do que empatia? O mundo anda mesmo doente, quando as pessoas preferem atacar do que compreender. A verdade é que, no meio de tanta água, o que a gente mais precisa é resgatar a humanidade”.

