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Virei um leproso

Publicado em 17/01/2024

       Em se referindo a família Bolsonaro, Fabrício de Queirós revelou que se sente como um leproso

    O nosso putrefato sistema político/partidário atingiu o seu mais elevado grau de putrefação com a consolidação da polarização lulista/bolsonarista. A exemplificar: os bolsanaristas continuam tratando o presidente Lula, e com razoável freqüência, como um descondenado e insistem em tratá-lo como um corrupto de nove dedos, e em contrapartida, os lulistas continuam acusando o agora ex-presidente Jair Bolsonaro, como chefe de uma organização criminosa e genocida. Poderiam existir qualificações mais desanimadoras e degradantes? Em continuando assim, a nossa polarização política só tende a piorar, afinal de contas, no nosso horizonte político não percebemos nada pior.

    O código de Hamurabi, o primeiro código de leis e que vigorou na Mesopotâmia, entre os anos 1.792 e 1950 a.C, punia seus criminosos de forma semelhante ao crime cometido, ou seja, a base do olho por olho e do dente por dente. Em síntese: não se fazia justiça, e sim, vingança.

  Na presente guerra, Israel/Hamas, o que foi mais cruel e desumano, o atentado terrorista precipitado pelo Hamas, no qual, 1.200 israelenses, a maioria crianças, mulheres perdeu suas vidas, ou a reação de Israel, no qual, mais de 20.000 palestinos, a maioria mulheres, idosos e crianças indefesas foram brutalmente assassinas.

    Em relação ao presidente Lula, e em seu favor, poderíamos citar a parcialidade do juiz que veio condená-lo, posto que, a propriedade do tal tríplex, o objeto de sua condenação e da sua inelegibilidade, restou provado que fora apenas parte de sua farsa. A propósito, o citado juiz e ora senador, Sérgio Moro, encontra-se em apuros, e ao que tudo nos leva a crer, prestes a ter o seu mandato cassado.

   Em relação ao ex-presidente Jair Bolsonaro, quem o acusa de genocida ou de chefiar diversas organizações criminosas, são os extremados de esquerda, porém sem dispor das provas que venham justificar as acusações que lhes são feitas, em particular, a de genocida.

   Quanto ao seu desprezo por parte da família Bolsonaro, conforme as mais recentes revelações já tornadas públicas pelo seu outrora companheiro, Fabrício de Queirós, prefiro não lhes conferir crédito, a não ser que as mesmas e suas gravidades venham ser comprovadas pelas investigações ora em curso.

   Como a pior paz é melhor que a melhor das guerras, e por entender a gravidade da guerra que ora atravessamos, precisa ser superada, e mais, porque nunca fui e não serei do partidário do lulismo e nem do bolsonarismo, em favor da nossa própria democracia, gostaria de assistir a pacificação de nossa sociedade. Para tanto, chega de fanatismos.

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