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Sem temer e tremer.

Publicado em 12/09/2025

 

Para que inventaram a bomba atômica se a mesma nunca mais será utilizada?

A 2ª guerra mundial chegou ao fim quando os EUA lançaram as duas primeiras bombas atômicas, a “Little Boy” lançada em Hiroshima e a 2ª “Fat Man”, lançada em Nagasaki, ambas em território japonês. Relembrando:  Alemanha, Itália e Japão compuseram o Pacto Tripartite que deu apoio ao mega genocida Adolf Hitler.

Aquele tempo, apenas os EUA dispunham das tais bombas, portanto não temia quaisquer reações com a utilização dos mesmos artefatos atômicos. Tais lançamentos se deram no ano de 1945, e em 1949, a poderosa URSS passou a dispor das mesmíssimas armas, e em seus estoques dispuseram de tamanhos volumes que, se somadas, bastaria para destruir toda a população mundial.

Na chamada guerra fria que veio se estabelecer, os então aliados, EUA e URSS, em buscando a hegemonia mundial, entraram em disputa, embora seus estoques atômicos tenham se prestado apenas para intimidações, e a provar, nenhuma única das suas bombas fora acionada.

Primeira pergunta: se Adolf Hitler dispusesse das mesmas armas ele teria se suicidado juntamente com sua esposa Eva Braun, sem antes lançadas contra seus inimigos? Segunda pergunta: se hoje, mais de 10 países já dispõem das referidas armas, entre eles a Coréia do Norte, está dominada pelo inconsequente, Kim Jong-un e buscadas pelos aiatolás do Irã, por que tantos trilhões de dólares continuam sendo torrados nas ampliações dos seus arsenais atômicos?

Com o retorno do presidente Donald Trump ao poder, nos EUA e o incondicional apoio que ele vem emprestando ao terrorista Benjamin Netanyaru, primeiro ministro de Israel, e com o ditador Vladimir Putin pretendendo fazer da Rússia a potência mundial que por longas décadas foi exercida pela URSS-União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, cada vez mais o mundo vem se distanciando da paz.

Enquanto o mundo precisava que os EUA estivessem sob a liderança de um estadista, eis que Donad Trump ressurge e se achando comandante do mundo, segundo o próprio vem se assumindo.

Com os tarifaços impostos pelo presidente Donald Trump jamais os EUA voltará a ser grande novamente, diria até, apenas se apequenará, e isto porque, nem mesmo os seus mais tradicionais: Canadá, México, Índia e os países da União Europeia estão sendo poupados.

O Brasil, há mais de 200 anos enquanto aliado dos EUA, jamais poderia ter se tornado uma vítima do trumpista. Ainda bem que, sem temer e sem tremer, o nosso país não se curvará, menos ainda em troca das condenações que o ex-presidente Jair Bolsonaro se faz por merecer.

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