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Panorama Político

Prêmio de Comunicação do Governo valoriza profissionais da imprensa e fortalece jornalismo acreano

Publicado em 27/11/2025

 

A terceira edição do Prêmio de Comunicação do Governo do Estado do Acre registrou recorde de inscrições. No geral, foram apresentados 318 trabalhos aos membros da comissão organizadora e júri do concurso, o que representa um aumento de 200% em relação à edição anterior, em 2024, quando o concurso recebeu 106 inscrições. Serão premiados os melhores trabalhos nas categorias Áudio, Texto, Vídeo Jornalismo, Foto, Estudante e Foto Amadora. O prêmio valoriza os profissionais da imprensa e melhora a qualidade do jornalismo acreano.
“Os números mostram a importância do jornalismo local para informar a sociedade sobre atos e ações de governo. Nosso muito obrigado a todos que produziram, selecionaram e inscreveram seus materiais”, declarou a secretária de Comunicação, Nayara Lessa. Com abrangência em todo o Acre, o Prêmio de Comunicação do Governo do Estado busca estimular e valorizar a produção de trabalhos jornalísticos com conteúdos que contribuam para o cumprimento do dever constitucional de dar publicidade aos atos e ações de governo nas diversas áreas, como agricultura, cultura, cidadania, direitos, educação, esporte, gestão pública, meio ambiente saúde, segurança pública, turismo.
Os trabalhos inscritos serão avaliados conforme o grau de adequação e atendimento aos diversos critérios enumerados no regulamento. Serão pontuados, ainda, nas peças inscritas, o grau da conexão da pauta com a promoção à cidadania, a relevância da pauta escolhida no contexto regional, a originalidade na abordagem apresentada e o apuro técnico na produção do material. O julgamento dos trabalhos inscritos será feito mediante atribuição, por júri nomeado para esse fim, de notas de 0 a 10, fracionadas ou não, observando-se os critérios estabelecidos no regulamento. Os vencedores de cada categoria serão os trabalhos com maior pontuação.
Os ganhadores serão conhecidos em grande noite de premiação na noite desta quinta-feira, 27, a partir das 19h, no Espaço Afa jardim, no bairro Ipase – zona central de Rio Branco. O primeiro lugar, na categoria profissionais, receberá prêmio de R$ 17 mil. O segundo luar vai receber R$ 6 mil. Durante o evento, que reunirá jornalistas, autoridades e convidados, serão anunciadas as melhores produções avaliadas pela comissão julgadora.
Promovido pelo governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Comunicação (Secom), o prêmio busca estimular e valorizar a produção de trabalhos jornalísticos para destacar as melhores notícias veiculadas em diferentes veículos ou plataformas, com conteúdos que contribuam para o cumprimento do dever constitucional de dar publicidade aos atos e ações de governo em áreas como saúde, segurança pública, educação e meio ambiente, entre outros que sejam de interesse e relevância para a sociedade acreana.

Fazendo muito charminho

A direção do MFDB enrolou e não vai decidir nada sobre aliança em 202. Vai deixar tudo para 2026. Estava tudo bem encaminhado, mas a ex-deputada federal Jéssica Sales é pré-candidato ao Senado e não aceita ser vice de Mailza Assis (PP). O ex-prefeito de Rio Branco, Marcos Alexandre, pré-candidato a deputado estadual, também não quer. Claro que o governador Gladson Cameli (PP) é pré-candidato ao senado e muito provavelmente apoiará a reeleição do senador Marcio Bittar (PL), partido do prefeito e do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Banco de horas

Deputado Arlenilson Cunha (PL) apresentou a Indicação modificando a lei que regula o banco de horas dos policiais penais do Estado. A iniciativa vai corrigir uma lacuna normativa e garantir direitos já assegurados a servidores que cumprem carga horária especial, mas que hoje se encontram impedidos de participar da modalidade.
Não é privilégio
O parlamentar explicou que mais de 100 policiais penais atuam nessa carga horária diferenciada e estão sendo prejudicados, apesar de a legislação já garantir o direito ao banco de horas. “Não podemos penalizar essas pessoas novamente. Muitos desses servidores têm filhos com TEA, precisam complementar renda e utilizam seus momentos de folga para trabalhar. Isso não é privilégio, é um direito e uma necessidade”, destacou.

Segurança jurídica

Arlenilson ressaltou que grande parte dos relatos recebidos envolve pais e mães que organizam suas rotinas com sacrifício para garantir um recurso extra às famílias. A proposta, encaminhada ao governo por meio de indicação, visa oferecer segurança jurídica tanto ao Estado quanto aos próprios operadores de segurança pública, assegurando a continuidade da atividade sem riscos administrativos.
Solidariedade
Arlenilson Cunha manifestou solidariedade ao presidente Jair Bolsonaro, vítima de perseguição política. Em tom firme, o parlamentar afirmou que sua manifestação não se tratava da defesa de uma pessoa, mas sim de princípios constitucionais que, segundo ele, precisam ser resguardados. “Estamos aqui para defender, não apenas a pessoa, mas os princípios estabelecidos na nossa Constituição. Fica aqui o nosso repúdio e o nosso total e integral apoio ao presidente Bolsonaro”, declarou.

Em memória

A Assembleia Legislativa do Acre aprovou em plenário, por unanimidade, a proposta que denomina como Antônio Lisboa Carneiro Braga o ambulatório médico da instituição. A iniciativa partiu do presidente da Casa, deputado Nicolau Júnior (PP), que destacou que a homenagem faz justiça ao legado de quase quatro décadas deixado pelo médico na Aleac e na saúde pública acreana. “O doutor Lisboa dedicou sua vida a cuidar das pessoas com respeito, humanidade e competência”, afirmou.

Uma referência

Antes de chegar ao plenário, o texto passou pelas Comissões de Constituição e Justiça e de Orçamento e Finanças, onde recebeu parecer favorável. O projeto teve a relatoria do deputado Eduardo Ribeiro (PSD), que reforçou o simbolismo da homenagem. Segundo ele, a atuação de doutor Lisboa transcendeu a medicina técnica e alcançou um nível de sensibilidade e ética que se tornou referência na Casa. “Ele sempre acolheu a todos, independentemente de quem fosse. Doutor Lisboa foi um ser humano extraordinário e um profissional brilhante”, destacou.

Debate orçamentário

Deputado Tadeu Hassem (Partido Republicano), utilizou o grande expediente para anunciar a audiência pública da Lei Orçamentária Anual de 2026 e reforçar a necessidade de inclusão, no debate orçamentário, das demandas dos servidores públicos, especialmente da Secretaria de Estado de Comunicação. O parlamentar informou que a audiência pública ocorrerá no dia 11 de dezembro, no plenário da Assembleia, destacando que o momento será decisivo para a análise das metas, prioridades e ações planejadas pelo governo para o próximo exercício financeiro.

Defasagem histórica

“A LOA é o instrumento que define onde os recursos do Estado serão aplicados. É aqui, neste plenário, que ajustamos, corrigimos e propomos emendas para garantir que o orçamento reflita as necessidades reais da população”, afirmou. Tadeu Hassem destacou que diversos planos de cargos e carreiras de categorias essenciais ainda aguardam definição, citando, entre outros pontos, pendências envolvendo servidores da saúde, tabelas da educação, Polícia Penal e forças de segurança. Entretanto, o deputado chamou atenção especial para a situação dos trabalhadores da Secom, cuja defasagem salarial tem se acumulado por décadas.

Dia do gari

Presidente da Câmara de Rio branco, vereador Joabe Lira (UB) apresentou o Projeto de Lei que institui o Dia Municipal do Gari como feriado em Rio Branco. A proposta busca reconhecer oficialmente o trabalho fundamental desempenhado pelos profissionais responsáveis pela limpeza urbana da capital. Atualmente, já existe o Dia Nacional do Gari, celebrado em 16 de maio, e também uma data municipal comemorativa em 17 de outubro. A criação do feriado específico, segundo Lira, representa um avanço simbólico e significativo na valorização da categoria.

Respeito e reconhecimento

Joabe destacou que os garis enfrentam diariamente condições adversas — chuva, sol forte, poeira e outros desafios — sempre atuando com dedicação, dignidade e compromisso com a saúde pública. “O trabalho deles aparece em cada rua, cada praça, cada parque. Muitas vezes passam despercebidos, mas o impacto da atuação desses profissionais está em toda a cidade”, afirmou.
O vereador reforçou que a iniciativa não se limita a um ato formal, mas expressa respeito e reconhecimento público. O objetivo é assegurar que a categoria tenha sua importância devidamente valorizada pela legislação municipal.

Transporte e medicamento

Vereador Samir Bestene (PP) apresentou dois pontos centrais de debate: a atualização da lei do transporte público municipal — aprovada pelo plenário — e a necessidade urgente de regularização do abastecimento de medicamentos nas unidades de saúde de Rio Branco. Ao comentar a votação do projeto que altera a legislação do transporte coletivo, originalmente criada em 1982, o parlamentar afirmou que a atualização era necessária e parabenizou a condução da discussão pela presidente da CCJ, vereador José Aiache, destacando o diálogo democrático entre situação e oposição.
Mais eficiente
Segundo Samir, a nova legislação abre caminho para um sistema mais eficiente, sobretudo no momento em que a população enfrenta problemas recorrentes como ônibus quebrados, falta de acessibilidade e falhas graves de operação. “É urgente que essa licitação seja publicada e que o processo seja dividido em lotes. Não podemos repetir o modelo em que uma única empresa concentra todo o serviço. Queremos mais concorrência e um transporte mais digno para a nossa capital”, afirmou.

Vereadora faz alerta

Vereadora Lucilene Vale (PP) voltou a alertar para a gravidade da crise de abastecimento de água que atinge diversos bairros de Rio Branco. A parlamentar classificou a situação como “humilhante” e reforçou que a falta de água se tornou um problema que ultrapassa o transtorno cotidiano, alcançando dimensões de saúde pública, dignidade humana e funcionamento básico das famílias e do comércio local.

Plano concreto

Lucilene Vale cobrou que o órgão responsável pelo abastecimento apresente um plano concreto, detalhado e com prazos definidos para restabelecer o fornecimento de água na capital, afirmando que a população “não pode continuar vivendo sob tamanho sofrimento e insegurança”. “Nós, enquanto representantes do povo, temos o dever de fiscalizar, de cobrar e de trabalhar para que nenhum rio-branquense sofra por falta de água. A crise ultrapassou todos os limites”, declarou.

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