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Acre

Prefeitura instala novas bombas e evita desabastecimento de água na capital

Publicado em 08/03/2024

O investimento feito pela Prefeitura de Rio Branco, com aquisição de duas novas bombas de captação, foi fundamental para evitar um possível colapso no abastecimento de água na capital acreana. Com a enchente do Rio Acre, um dos flutuantes da Subestação de Média Tensão, Captação – ETA 2, virou com a força da água, após uma árvore, arrastada pela correnteza, bater no equipamento na semana passada.

Com a avaria, segundo o diretor presidente do Serviço de Água e Esgoto de Rio Branco (Saerb) Enoque Pereira, pelo menos 60% do fornecimento da capital ficou comprometido. Graças as novas bombas compradas pela municipalidade, o sistema foi reestabelecido em menos de 24 horas.

“De terça para quarta, infelizmente, o nosso flutuante que operava aqui 100%, um tronco de árvore bateu e ele virou. Então paralisou a ETA por quase 5 horas, mas foi necessário porque a gente, embora tenhamos duas bombas motores, tivemos que providenciar outros flutuantes, isso à noite ainda. E aí trocamos. Estamos com 80% de capacidade máxima da ETA 1, mas não parou. Estamos tentando ver se até segunda-feira volta à normalidade na ETA 1, na ETA 2. A ETA 1, hoje, a perspectiva é de voltar à normalidade total”.

Segundo ainda o diretor-presidente da autarquia, as bombas antigas já com mais de 30 anos de uso, sempre passavam por manutenção. Contudo, por serem equipamentos velhos, não aguentam a pressão da fluidez e quem sofria com o desabastecimento, era a população da capital, quando esses equipamentos apresentavam defeito.

“Temos um par de motobombas muito antigo, da época do ex-prefeito Mauri Sérgio. De lá para cá, não foram investidos em bombas. O prefeito destinou um recurso de 1 milhão e 700 mil reais ano passado, além de quase 500 mil, para poder a gente adquirir novos. Isso permite com que a gente trabalhe com a substituição em tempo real. Estragou, substitui. O que não era feito antigamente, porque quando o esculhambava mandava arrumar primeiro, aí depois voltava. Isso levava até 48 horas. Então hoje, o tempo é só para a gente substituir as bombas e os motores”.

[Assessoria]

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