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Acre

Prefeitura fortalece acolhimento familiar de crianças em situação de vulnerabilidade social

Publicado em 10/12/2024

O Serviço de Acolhimento Familiar em Rio Branco que se fortaleceu com a Lei Municipal nº 2.446/2022 sancionada em dezembro do mesmo ano pelo prefeito da capital Tião Bocalom, e tem como parceiros o Ministério Público Estadual e o Tribunal de Justiça do Acre, ainda é pouco difundido e reconhecido pela sociedade rio-branquense.

O serviço, tem por objetivo selecionar casais para adotar crianças temporariamente, quando os pais biológicos vivam em situação de conflitos familiares, de dependência química e alcoólicas, entre outras em que possa colocar a segurança da criança em risco social ou até de violência.

O secretário municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH), Welington Chaves, explica como essas famílias para adoção temporária são selecionadas.

“Essas crianças chegam até nós através de decisão judicial, que é acompanhada pelo Ministério Público e pelo Judiciário. Então, eles que encaminham essas crianças e esses adolescentes, depois dessa decisão judicial, e aí nós encaminhamos para essas famílias que já são pré-cadastradas nesse serviço que nós ofertamos. A prefeitura oferta o serviço psicológico, assistencial e todo o acompanhamento. Então, essas famílias elas colhem por um período de seis meses, até que a Justiça tome a decisão de devolvê-las à família, ou aos parentes, ou à família extensa, que nós chamamos, a um parente mais próximo, ou essas crianças e adolescentes vão para adoção”.

De todas as expressões e palavras, o Serviço de Acolhimento Familiar (SAF), serviço esse mantido pela Prefeitura de Rio Branco, muito bem poderia ser traduzido em apenas quatro letras… o verbo AMOR!

Uma dessas famílias acolhedoras, é formada pelo casal Éden de Souza e Leila Márcia de Oliveira, casados há mais de 20 anos. Eles relatam, que além da pré-disposição de estar recebendo em seus lares, crianças já tão fragilizadas e sem nenhum tipo de referência de carinho, o mais importante acima de tudo é se doar completamente e recebê-los como fossem os seus próprios filhos. Na casa deles, quatro irmãos com idades de 2, 5, 8 e 10 anos, agora fazem parte da família deles.

[Assessoria]

 

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