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Acre

Pastor evangélico suspeito de agredir e esfaquear a própria esposa no Acre tem a prisão preventiva decretada

Publicado em 05/11/2024

O pastor evangélico Francisco Nivaldo Vieira Gomes, de 53 anos, conhecido como Maikon Gomes, teve a prisão preventiva decretada neste domingo (3), após ser preso em flagrante na noite de sábado (2), suspeito de agredir e esfaquear a própria esposa, no bairro Bosque, em Rio Branco.A informação foi confirmada pelo Tribunal de Justiça do Acre (TJAC). O caso ocorreu na Rua Francisco Mangabeira, no bairro Bosque. Segundo a Polícia Militar (PM-AC), o suspeito, que foi preso, golpeou a vítima dentro do apartamento em viviam com uma facada no braço, que atingiu a artéria.

Além disto, de acordo com o boletim de ocorrência, a mulher apresentava sinais de agressão no rosto. Não há informação se o suposto autor foi submetido a teste de embriaguez.

O homem foi levado para a Delegacia de Flagrantes (Defla), na capital e a vítima foi encaminhada ao Pronto-Socorro de Rio Branco. O caso deve ser investigado pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam). Até a última atualização desta reportagem, ainda não se sabe o estado de saúde da vítima.

Pastor

Em postagens mais antigas, o pastor postou diversos vídeos onde evangeliza para milhares de pessoas. Há vídeos dele com pastores famosos e um dos vídeos está intitulado como: Pr. Maycon Gomes prega para mais de 130 mil Pessoas.

Até abril deste ano, Maykon Gomes compartilhou postagens onde ministra cultos evangélicos, em igrejas Assembleia de Deus em diversos bairros de Rio Branco. Ele também fazia postagens convidando as pessoas a participarem das reuniões onde iria pregar.

Também em abril, o homem apresentado como pregador foi anunciado no evento chamado 6º encontro de adoradores do Acre. O g1 tentou contato com a administração da igreja para saber se o pastor ainda estava trabalhando no local, porém até a publicação dessa reportagem não obteve retorno.

CANAIS DE AJUDA PARA CASOS DE VIOLÊNCIA

A PM disponibiliza os seguintes números para que a mulher peça ajuda:

(68) 99609-3901
(68) 99611-3224
(68) 99610-4372
(68) 99614-2935

Veja outras formas de denunciar casos de violência contra a mulher:

Polícia Militar – 190: quando a criança está correndo risco imediato;
Samu – 192: para pedidos de socorro urgentes;
Delegacias especializadas no atendimento de crianças ou de mulheres;
Qualquer delegacia de polícia;
Disque 100: recebe denúncias de violações de direitos humanos. A denúncia é anônima e pode ser feita por qualquer pessoa;
Profissionais de saúde: médicos, enfermeiros, psicólogos, entre outros, precisam fazer notificação compulsória em casos de suspeita de violência. Essa notificação é encaminhada aos conselhos tutelares e polícia;
WhatsApp do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos: (61) 99656- 5008;
Ministério Público;
Videochamada em Língua Brasileira de Sinais (Libras) (https://atendelibras.mdh.gov.br/acesso)

 

 

[G1]

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