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Limpeza étnica

Publicado em 20/02/2025

        Eliminar uma raça, mundialmente, já há bastante tempo, passou a ser considerado como crime

         No  The New York Temes, um dos mais importantes jornais do mundo e dos EUA, certamente, devidamente assinados, 300 rabinos publicaram um anuncio, no qual, condenam o que para eles, seria uma limpeza étnica o que o presidente Donald Trump pretende fazer contra os palestinos, não apenas contra àqueles residentes na Faixa de Gaza, assim como e a posteriori, aos residentes da Cisjordânia.

         Àqueles que duvidam da pretensão dos israelenses, e em particular, da parceira recém revitalizada, entre o primeiro-ministro de Israel, Benjamim Netanyahu, e o presidente dos EUA, Donald Trump,  basta que verifiquem as recorrentes ocupações dos israelenses no próprio território da Cisjordânia.

      No judaísmo, “rabino” é um título conferido para distinguir àqueles que ensinam e que tem sua autoridade conferida pelos seus líderes religiosos. Neste particular, registre-se: no cristianismo, o Messias é Jesus Cristo, mas no judaísmo, o Messias ainda estará por vir. Esta, entre outras diferenças tem recomendado a não alianças entre a política e as religiões, qualquer que seja ela, isto porque, nas religiões prevalece a fé e na atividade política, em troca de determinadas conveniências, até a eliminação de uma raça chega a prevalecer.

     Quando o presidente Donald Trump, sob os olhares complacentes do primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, diz que os EUA pretendem adquirir, ou seja, se tornar dono da Faixa de Gaza, na suposição que esta seria a melhor alternativa para por fim, e em definitivo, na guerra Israel/Hamas, sem manifestar a menor preocupação com os palestinos que sempre foram contrários ao terrorismo praticado pelo Hamas, nada de mais agressivo poderia ter acontecido.

       Contra os terroristas do Hamas, nada favor, até porque, o que eles patrocinaram no dia 7/10/2023, no próprio território israelense, deveria receber, e de fato recebeu de Israel e do mundo inteiro, a devida e pronta reação, exceto do próprio Benjamin Netanyahu, este por sua vez, por haver se transformado num terrorista ainda mais letal e impiedoso que os próprios terroristas do Hamas.

      Como o número de israelenses e de palestinos que foram á óbito seqüenciando o atentado que ocorreu no dia 7/10/23, a tragédia humana que decorreu da presente guerra, nenhum outro parâmetro será mais relevante que o número de inocentes e indefesos que já perderam suas vidas. Por fim: em se tratando de terrorismo, o Hamas tem muito a aprender com o terrorista Benjamin Netanyahu. Portanto, é uma pena que o presidente Dolnald Trump esteja lhe empestando todo o seu apoio.

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