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Governo do Acre destaca importância do manejo fitossanitário da monilíase para proteger plantações de cacau

Publicado em 07/07/2025

No Dia Mundial do Chocolate, 7 de julho, o governo do Acre, por meio do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf), destaca a importância da saúde das plantações de cacau para garantir a qualidade e a sustentabilidade da produção local.

Com a cultura do cacau em expansão no estado, o Acre investe em práticas agrícolas sustentáveis e manejo adequado, fortalecendo a cadeia produtiva e contribuindo para o desenvolvimento econômico regional.

Para evitar prejuízos e assegurar a continuidade da comercialização, o Idaf tem intensificado ações de monitoramento em propriedades rurais, inspecionando os plantios e promovendo a educação sanitária com medidas protetivas para prevenir a disseminação da monilíase, doença que ataca os frutos do cacau e do cupuaçu.

Os produtores são orientados a realizar o monitoramento frequente das plantações e a observar sinais da doença, adotando boas práticas agrícolas, como a poda correta para minimizar a propagação do fungo e proteger a saúde das plantações.

“Nosso trabalho é constante em todo o Juruá. Alertamos os produtores sobre as medidas de biossegurança. Em caso de detecção da doença, o Idaf segue as diretrizes que determinam a poda das árvores. Quando os produtores compreendem a importância dessas ações, aumenta a eficiência do controle da monilíase, reduzindo os impactos econômicos e ambientais”, explica Maisa Bravin, coordenadora das Ações de Combate e Erradicação da Monilíase na regional do Idaf no Juruá.

Além do manejo fitossanitário na região do Juruá, o Idaf também realiza, em outras regiões, treinamentos, campanhas e oferece orientações técnicas. Dessa forma, os agricultores aprendem a identificar os primeiros sinais da doença, realizar o manejo adequado da plantação e implementar medidas preventivas, como a retirada e destruição dos frutos e plantas infectados.

“Nas ações de educação sanitária que promovemos em todo o estado, percebemos o interesse dos produtores em plantar cacau. Por isso, é fundamental abordarmos a monilíase em toda a região, promovendo o conhecimento  sobre o modos de alastramento, os sintomas da doença e as práticas recomendadas para evitar sua disseminação”, ressalta Geasy Miranda, coordenador da Educação Sanitária Vegetal do Idaf.

O Idaf é parceiro do produtor rural e incentiva o crescimento da agricultura familiar, mas alerta para a importância das medidas de biossegurança para evitar a propagação da monilíase, tais como: não transportar frutos da região do Vale do Juruá; comercializar apenas amêndoas de cacau tipo 1 e 2; realizar monitoramento constante das áreas cultivadas; evitar a entrada de pessoas e materiais contaminados nas áreas de cultivo; e, em caso de suspeita, entrar em contato com o Idaf do seu município.

[Agência de Notícias do Acre]

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