Governador acreano foi condecorado pelo Corpo de Bombeiros do Amazonas pela abertura do ramal que conecta Feijó ao município amazonense de Envira. Foto: Mauro Neto/Secom-AM
Na sexta-feira, 28, o governador do Acre, Gladson Camelí, foi agraciado com a Medalha Imperador Dom Pedro II, a mais alta honraria concedida pelo Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM).
A distinção reconhece o apoio do governo acreano e do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária (Deracre) na abertura do ramal que conecta Feijó ao município amazonense de Envira, possibilitando a instalação de um novo quartel dos Bombeiros na cidade.

Aberto em agosto deste ano, o ramal Joaquim Souza, com 56 quilômetros de extensão, também fortaleceu a integração regional, ampliou o escoamento da produção agrícola e melhorou a mobilidade de dezenas de famílias. A obra integra a Operação Verão 2025, que prevê a recuperação de ramais e melhorias na infraestrutura rural.

Instituída pelo Decreto nº 25.717, de 2006, a medalha foi entregue durante solenidade alusiva aos 27 anos de emancipação do CBMAM, no Quartel do Comando Geral, em Manaus. Além de Camelí, a presidente do Deracre, Sula Ximenes, também foi homenageada.

Em seu pronunciamento, o governador Gladson Camelí disse sentir-se honrado pela homenagem, agradecendo ao comandante-geral do CBMAM, coronel Orleílso Ximenes Muniz, e ao governador do Amazonas, Wilson Lima. Ele destacou que a integração entre os estados amazônicos é fundamental para o desenvolvimento regional e para garantir o direito de ir e vir das populações.
O governador agradeceu a honraria: “Me sinto muito grato por receber essa bela medalha que representa o bom trabalho que o nosso governo tem desempenhado. É valioso cuidar da população do Acre e dos nossos vizinhos, trabalhamos com muita dedicação para o povo brasileiro. Minha gratidão ao coronel e a toda a equipe dos Bombeiros por esse reconhecimento que recebo com muita humildade”.

Camelí afirmou ainda que contribuir para a ligação terrestre entre Feijó e Envira representa uma enorme satisfação, reforçando que, apesar das divisas, acreanos e amazonenses formam um mesmo povo na busca por prosperidade.
[Agência de Notícias do Acre]

