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Fundhacre retoma cirurgias de prótese peniana para tratamento de disfunção erétil grave

Publicado em 09/07/2025

Na última terça-feira, 8, o governo do Acre, por meio da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre) retomou a realização de cirurgias de implante de prótese peniana semirrígida, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). O procedimento, feito no centro cirúrgico da Fundhacre, é destinado ao tratamento de disfunção erétil grave em pacientes com indicação clínica específica.

Conduzida pelo urologista Dennis Fujiike, a cirurgia é indicada em casos em que os medicamentos orais ou até mesmo injeções penianas já não apresentam mais resultado. “A disfunção erétil pode ter várias causas, mas é mais comum em quem passou por tratamento oncológico ou tem diabetes há muitos anos. Quando os tratamentos convencionais não funcionam mais, a prótese é uma forma de resgatar o que foi perdido, não só a função sexual, mas também a autoestima”, explica Fujiike.

Na última terça-feira, 8, o governo do Acre, por meio da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre) retomou a realização de cirurgias de implante de prótese peniana semirrígida, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). O procedimento, feito no centro cirúrgico da Fundhacre, é destinado ao tratamento de disfunção erétil grave em pacientes com indicação clínica específica.

Conduzida pelo urologista Dennis Fujiike, a cirurgia é indicada em casos em que os medicamentos orais ou até mesmo injeções penianas já não apresentam mais resultado. “A disfunção erétil pode ter várias causas, mas é mais comum em quem passou por tratamento oncológico ou tem diabetes há muitos anos. Quando os tratamentos convencionais não funcionam mais, a prótese é uma forma de resgatar o que foi perdido, não só a função sexual, mas também a autoestima”, explica Fujiike.

O tratamento consiste em inserir um dispositivo dentro do pênis – nesse caso, uma prótese semirrígida – que permite ao paciente ter ereção suficiente para a relação sexual. Essa prótese não interfere na ejaculação nem no prazer sexual, e é uma alternativa segura, feita sob anestesia. O médico reforça que, após o procedimento, o paciente precisa de um tempo médio de seis semanas para a recuperação, com cuidados específicos até que a prótese esteja completamente incorporada ao corpo.

Para a presidente da Fundhacre, Sóron Steiner, devolver esse serviço demonstra um olhar importante da gestão em cuidar integralmente da população, sem ignorar dores e tabus. “Entendemos que saúde é um direito que vai além do físico. Quando o sistema volta a oferecer cirurgias como essa, estamos dizendo para a população que estamos lado a lado, mesmo quando o assunto é delicado, íntimo. Não dá pra fingir que a sexualidade do paciente não importa, e cuidar também é isso”.

Conforme levantamento da Saúde, atualmente 56 pacientes estão sendo avaliados para serem submetidos ao procedimento que passa a ser realizado regularmente, sempre com indicação médica e avaliação ambulatorial. Para iniciar o tratamento, o paciente deve procurar uma unidade básica de saúde (UBS) mais próxima, onde será avaliado por um clínico-geral. Caso haja indicação de acompanhamento com urologista, o paciente será encaminhado para a Fundação Hospitalar, que é referência em procedimentos especializados no estado.

[Agência de Notícias do Acre]

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