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Dólar cai 2,53% a R$ 5,84 após Trump pausar tarifas; Ibovespa sobe 3,12%

Publicado em 09/04/2025

dólar inverteu o sinal e passou a cair abaixo dos R$ 6 nesta quarta-feira (9) e o Ibovespa subiu após anúncio de Donald Trump sobre pausa em algumas tarifas, além de subir as taxas contra a China para 125%.

O dólar à vista caiu 2,53%, a R$ 5,8467 na venda. Na máxima, a moeda norte-americana atingiu R$ 6,095. Na terça-feira (8), o dólar à vista fechou em alta de 1,49%, a R$ 5,9985, maior valor de fechamento desde 21 de janeiro deste ano.

Na mesma mensagem, Trump disse que estava aumentando as tarifas dos EUA sobre a China enquanto trabalha para trazer Pequim à mesa de negociações.

Bolsas ao redor do mundo

Os principais índices de Wall Street abriram sem direção comum nesta quarta após a China anunciar mais impostos sobre produtos dos EUA, retaliando as tarifas recíprocas de Trump que entraram em vigor no dia. Após o anúncio de Trump nesta tarde, as bolsas dispararam.

O Dow Jones Industrial Average subia 5,40%, para 39.725 pontos. O S&P 500 tinha alta de 6,08%, a 5.285 pontos, enquanto o Nasdaq Composite subia 8,16%, para 16.492 pontos.

Bolsas na Europa fecharam antes do anúncio, ainda reverberando o clima negativo dos últimos dias. O Euro Stoxx 600 caiu 3,5%.

Em Londres, o FTSE 100 recuou 2,92%, aos 7.679,48 pontos. O CAC 40, de Paris, caiu 3,34%, para 6.863,02 pontos, enquanto o Ibex 35, de Madri, despencou 2,43%, aos 11.773,55 pontos.

Já os índices acionários da China e de Hong Kong fecharam em alta nesta quarta. O índice CSI300 abriu em baixa, mas depois recuperou as perdas e fechou com alta de 0,99%, enquanto o índice SSEC, em Xangai, subiu 1,31%. O índice Hang Seng, de Hong Kong, avançou 0,68%.

Tensões comerciais

Analistas temem que as taxas comerciais dos EUA possam levar a uma guerra comercial global, com a possibilidade de uma aceleração da inflação e uma recessão econômica em diversos países.

Mas o sentimento se deteriorou ainda mais quando a China, que está sendo atingida por uma tarifa de 104% a partir desta quarta, anunciou uma taxa de 84% sobre as importações norte-americanas, acima da tarifa de 34% prometida anteriormente e escalando as tensões com os EUA.

[CNN Brasil]

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