24.3 C
Rio Branco
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
O RIO BRANCO
BrasilGeral

‘Brasil vai adotar as medidas necessárias para proteger seu povo e suas empresas’, diz Lula

Publicado em 12/07/2025

‘Brasil vai adotar as medidas necessárias para proteger seu povo e suas empresas’, diz Lula Foto: Ricardo Stuckert/PR

Presidente vem repetindo que pode acionar a Lei de Reciprocidade Econômica para retaliar a taxação de 50% anunciada por Trump aos produtos brasileiros

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicou na rede social X que o Brasil “vai adotar as medidas necessárias para proteger seu povo e suas empresas”.

Lula vem repetindo que pode acionar a Lei de Reciprocidade Econômica para retaliar a taxação de 50% anunciada pelo líder americano Donald Trump aos produtos brasileiros vendidos nos Estados Unidos.

A mensagem nas redes diz que a Justiça brasileira precisa ser respeitada. Na carta de Trump ao Brasil que veio a público na última quarta-feira, 9, o presidente dos EUA criticou a suprema corte do Brasil pelo julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Somos um país grande, soberano ,e de tradições diplomáticas com todos os países”, afirmou Lula no X.

Desde o anúncio de Trump, o presidente brasileiro tem adotado a estratégia de culpar a família Bolsonaro pela decisão de Trump ter taxado o Brasil.

O Palácio do Planalto tem explorado o discurso de ataque à soberania brasileira por parte dos norte-americanos.

(Estadão)

 

Compartilhe:

Artigos Relacionados

Maternidade de Cruzeiro do Sul dá salto na modernização da saúde com implantação de sistema digital de informações

Raimundo Souza

Governo divulga novas faixas de contribuição previdenciária. Confira

Jamile Romano

Rio Branco Folia: Alysson Bestene prestigia segunda noite de carnaval e destaca fortalecimento da cultura local

Raimundo Souza

Governo vai subsidiar arroz importado para segurar preço

Jamile Romano

Governo coordena doações de agasalhos para o Lar Vicentino

Raimundo Souza

Dólar cai para R$ 6,11, com notícia de que Trump pode taxar menos setores

Marcio Nunes