Publicado em 02/02/2026
Em um programa exclusivo “O X da Questão“, de 01/02, transmitido pela TV Rio Branco, canal 8.1, e Rádio Cidade FM 107.1, destacou o pré-lançamento oficial da candidatura de Aldo Rebelo à Presidência da República e a posse do Dr. Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto no MP/AC

EDITORIAL POR JOSÉ ALEX, JORNALISTA E APRESENTADOR
Editorial: Um Brasil Mal Gerenciado
Brasil: um país rico que precisa voltar a acreditar em si mesmo
O Brasil não é um país pobre. O Brasil é um país mal aproveitado. Ao longo de décadas, assistimos a um debate político que muitas vezes ignora o essencial: o Brasil só será uma nação justa e forte quando tiver uma economia sólida, responsável e conectada com suas próprias riquezas. O discurso defendido, há muitos anos, por Aldo Rebelo parte exatamente desse ponto: controle de gastos; responsabilidade fiscal; produção como motor do desenvolvimento; autonomia nacional com respeito às instituições. Não existe justiça social sem crescimento econômico. Não existe Estado forte sem arrecadação gerada pela produção. E não existe soberania quando um país abre mão de explorar suas próprias riquezas. O Brasil precisa voltar a coTnfiar no trabalho do seu povo. Um Brasil de muitas regiões, uma só Nação:
Regão Norte, com sua floresta, seus rios, sua biodiversidade e seu potencial energético, não pode ser tratado como santuário intocável nem como território abandonado. É possível preservar com produção, proteger com ciência e gerar riqueza com responsabilidade.
Regão Nordeste, com sua força cultural, seu litoral, seu sol, seu povo resiliente, precisa de infraestrutura, indústria, irrigação e investimento para transformar potencial em prosperidade.
Região Centro-Oeste, coração do agronegócio brasileiro, sustenta boa parte da economia nacional. Respeitar o agro não é opção ideológica é necessidade estratégica. Quem produz alimentos precisa de segurança jurídica, crédito, logística e reconhecimento.
Região Sudeste, motor industrial e financeiro, precisa voltar a crescer com menos burocracia, mais inovação e estímulo à produção interna e às exportações.
Região Sul, com sua agricultura forte, indústria diversificada e capital humano, mostra que organização, trabalho e planejamento geram resultados concretos. Esse é o Brasil real — um país continental, diverso, produtivo e cheio de possibilidades.
Autonomia com equilíbrio institucional – A defesa de um Brasil produtivo não significa romper com a democracia. Pelo contrário: exige um Congresso Nacional forte, que dê segurança jurídica, estabilidade econômica e previsibilidade às regras do jogo. O país precisa de: Leis que incentivem quem produz; Regras claras para investir; Menos improviso; Menos desperdício; Mais planejamento de longo prazo; Controle de gastos e responsabilidade com o dinheiro do povo.
Explorar as riquezas nacionais não é atraso. É garantia de soberania e dignidade. Um caminho fora dos extremos. O Brasil está cansado de escolher entre extremos. Está cansado de uma política que vive de conflito permanente. Há espaço e necessidade para um projeto nacional que una: desenvolvimento econômico; responsabilidade fiscal; respeito ao meio ambiente; valorização do trabalho; fortalecimento das instituições. O X da Questão é simples e profundo: ou o Brasil volta a produzir, planejar e crescer, ou continuará prisioneiro de discursos que não enchem o prato nem geram esperança. O futuro não pertence aos radicalismos. Pertence aos que acreditam no Brasil, no seu povo e na sua capacidade de se desenvolver com equilíbrio, coragem e visão de Nação. Frase: “Um país rico não pode viver como pobre. O Brasil precisa voltar a produzir para voltar a sonhar.”
O Evento de Lançamento
No último sábado, 31 de janeiro de 2026, a capital paulista foi palco do pré-lançamento oficial da candidatura de Aldo Rebelo à Presidência da República pelo partido Democracia Cristã (DC). O evento reuniu diversas autoridades, ex-ministros e lideranças militares, consolidando Rebelo como uma alternativa de “caminho do meio” para o eleitorado brasileiro.

Perfil do Candidato: Experiência e Trânsito Político
João Caldas, presidente da Democracia Cristã, ressaltou a trajetória de Aldo Rebelo como um “estadista testado”. Rebelo já foi:
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Presidente da UNE e Vereador em São Paulo.
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Deputado Federal por seis mandatos e Presidente da Câmara dos Deputados.
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Ministro em quatro pastas: Defesa, Ciência e Tecnologia, Esporte e Relações Institucionais.
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Caldas enfatizou que a candidatura é “franciscana” e busca resgatar a ordem institucional contra o que chamou de “baderna das instituições”.
Os Pilares da Plataforma de Governo
Em seu discurso, Aldo Rebelo detalhou uma visão estratégica para o Brasil, focada em transformar o potencial das regiões em riqueza real:
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Amazônia e Soberania: Rebelo criticou o “congelamento” da Amazônia por ONGs e defendeu a exploração mineral responsável. Citou o exemplo do ouro e do diamante, afirmando que o Brasil perde bilhões para o contrabando por proibir a lavra legalizada.
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Apoio ao Agronegócio: Defendeu segurança jurídica para quem produz e criticou demarcações de terras indígenas em áreas produtivas, citando o caso do arroz em Roraima.
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Segurança Pública: Propôs ouvir quem está na “ponta” (policiais civis e militares) para combater o crime organizado, que hoje domina fronteiras e cidades no Norte do país.
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Choque de Investimento Privado: Afirmou que o Estado não tem mais recursos para grandes obras e que é preciso atrair o capital privado, tratando o empreendedor como o “jardineiro” que cuida do desenvolvimento nacional.
Apoios de Peso
O palanque de Rebelo contou com figuras de destaque técnico e político:
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General Fernando Azevedo (Ex-Defesa): Destacou o conhecimento profundo de Rebelo sobre a Amazônia e sua capacidade de gestão demonstrada na Olimpíada Rio 2016.
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Almirante Bento Albuquerque (Ex-Minas e Energia): Reconhecido como conselheiro estratégico em ciência e tecnologia.
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Roberto Rodrigues (Ex-Agricultura): Mentor das pautas ligadas à biotecnologia e ao cooperativismo.
Editorial Final: Fé no Brasil
Aldo Rebelo encerrou reafirmando que aceitou o desafio da Democracia Cristã por ser um partido sem “donos” e sem as amarras do fundo partidário bilionário, focando exclusivamente na construção de um projeto nacional que devolva ao povo brasileiro a capacidade de sonhar e produzir.
Foto: Clemerson Ribeiro/Secom
Ministério Público do Acre empossa o procurador de Justiça Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto com Foco em Proximidade com o Cidadão e Combate ao Crime
Em uma cerimônia prestigiada por autoridades federais, estaduais e municipais, além de membros do judiciário e da sociedade civil, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) oficializou, na noite de sexta-feira, a posse de sua nova administração para o biênio 2026-2027.
O Dr. Danilo Lovisaro do Nascimento entregou o cargo ao Dr. Osvaldo de D’Albuquerque Lima Neto, que assume como Procurador-Geral de Justiça. Ao seu lado, a Dra. Patrícia de Amorim Rêgo tomou posse como Corregedora-Geral da instituição.

Foto: Clemerson Ribeiro/Secom
Compromisso com a Defesa Social
Em seu discurso de posse, o Dr. Osvaldo de Albuquerque enfatizou que sua gestão será pautada pela modernização e pela presença constante junto à comunidade.
“Pretendemos continuar fazendo com que o Ministério Público avance, que tenhamos um Ministério Público sempre à frente do nosso tempo… e que esteja cada vez mais próximo do cidadão na defesa dos direitos fundamentais”, afirmou o novo Procurador-Geral.

Foto: Clemerson Ribeiro/Secom
Combate ao Crime Organizado e Segurança Pública
Um dos pontos centrais da nova gestão será o fortalecimento das ações de segurança. O Procurador-Geral destacou a importância da cooperação institucional para enfrentar os desafios da criminalidade no estado:
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Parcerias Estratégicas: Atuação conjunta com o aparato de segurança do Estado.
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Enfrentamento às Facções: Prioridade no combate às organizações criminosas para garantir a paz social.
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Defesa da Constituição: Garantir que o Estado de Direito prevaleça sobre qualquer “força opressora ou bruta”.
Foto: Clemerson Ribeiro/Secom
Trajetória de Experiência
O Dr. Osvaldo de D’Albuquerque possui um histórico consolidado na instituição. Ingressou como promotor em 1993, tornou-se procurador em 2002 e já havia ocupado a chefia do MPAC anteriormente, entre 2014 e 2018. Recentemente, também teve atuação de destaque no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), o que reforça sua capacidade técnica e política para o cargo.
A cerimônia, realizada no auditório do Detran, encerrou-se com votos de sucesso da comunidade jurídica aos novos empossados, sob a expectativa de um mandato rigoroso na fiscalização da lei e na proteção dos interesses da sociedade acriana.







