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Musk volta a atacar projeto de Trump e diz que plano é ‘suicídio político’

Publicado em 29/06/2025

1º.fev.2025 – Elon Musk ouve o presidente dos EUA, Donald Trump, falar no Salão Oval da Casa Branca em Washington, D.C., EUA
Imagem: Kevin Lamarque/REUTERS

Elon Musk voltou a criticar o projeto de lei de corte de impostos e gastos de Donald
Trump, que corre no Senado americano.

O que aconteceu

Musk disse que a proposta “destruirá milhões de empregos”. O bilionário fez uma
série de posts e republicações no X (antigo Twitter) criticando o projeto de lei
orçamentária, que o presidente norte-americano chama de “One Big Beautiful Bill Act”
(“Lei grande e bonita”, em português).

Para Musk, a minuta vai causar “imensos danos estratégicos” ao
país. “Completamente insano e destrutivo. Ele dá esmolas às indústrias do passado,
enquanto prejudica severamente as indústrias do futuro”, publicou o dono da Tesla.

Em outro post, o bilionário chamou o projeto de “suicídio político”. A publicação acompanha um levantamento feito pelo The Tarrance Group, uma empresa de pesquisa eleitoral ligada ao próprio Partido Republicano

A “Big Beautiful Bill Act” é um megaprojeto orçamentário. A proposta representa um pacote legislativo agressivo com grandes reformas tributárias (com cortes de impostos) e redução de gastos sociais, mas ao custo de aumentar o déficit e retirar cobertura de saúde e apoio alimentar de milhões de americanos.

Não é a primeira vez que Musk critica o projeto. No início de junho, o bilionário
afirmou que o novo orçamento de Trump é uma “abominação repugnante”. “Esse projeto
de lei de gastos do Congresso, enorme, escandaloso e eleitoreiro, é uma abominação
repugnante. Os que votaram a favor deveriam sentir vergonha: sabem que fizeram
errado”, disse.

Atualmente, a proposta está em discussão no Senado dos Estados Unidos. Os
republicanos não chegaram a um consenso a respeito do projeto. Senadores mais
populistas estão preocupados com a proposta de cortes no sistema de saúde, o que
atrapalha a maioria do partido na Casa.

A Câmara de Representantes, por outro lado, aprovou o projeto em maio. A
iniciativa legislativa passou por um voto: 215 a 214. Os deputados também têm maioria
republicana e aprovaram o projeto de lei após uma sessão que durou a noite toda no
plenário da Câmara.

*Com informação do UOL

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